A Economia mundial poderá sofrer uma paragem com a ocorrência do Coronavírus

Os países africanos alimentados pela potência China, se vêem num sofrimento pois não se tem solução até então sobre quando realmente haverá cura a o vírus.

Em Moçambique por exemplo, o mundo tecnológico que depende da China para sobreviver, aventa-se ser o primeiro a sofrer com este acontecimento. As informações que chegam da China revelam mais 1000 mortes confirmadas e infecções confirmadas em número de 175 no Japão, mostrando claramente que o Coronavírus poderá depois da Ébola ser a mais mortífera das pandemias no mundo.

Depois de África ter sofrido com o Surto de Ébola na zona Ocidental, que se iniciou em dezembro de 2013 na Guiné e se propagou em diversos países do oeste do continente africano, onde foram registadas as primeiras mortes por ebolavírus. O surto teve início na Guiné, em dezembro de 2013, mas só foi detectado em março de 2014. Desde sua detecção inicial, o vírus já se espalhou pela LibériaSerra LeoaNigériaSenegal e Estados Unidos. O presente surto é o mais grave já registado, seja em número de casos, como em vítimas fatais. A Organização Mundial de Saúde declarou o fim da epidemia em 14 de janeiro de 2016.

Agora o que se espera do Coronavírus?

As respostas sobre esta epidemia, não existem, pois segundo a Organização Mundial da Saúde, cura só daqui há 18 meses.

O balanço da epidemia da febre hemorrágica ebola na África Ocidental ultrapassou a marca de 11 mil mortes, segundo números divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

 

NÃO É SÓ ÁFRICA QUE VAI SOFRER COM O CORONAVÌRUS

A imprensa espanhola avança que Mobile World Congress de Barcelona foi cancelado devido à crise do coronavírus.

A associação GSMA (“Global System for Mobile Communications”) decidiu esta quarta-feira cancelar o congresso de telecomunicações, que se realizaria entre os dias 24 e 27 de fevereiro, em Barcelona. A decisão foi o resultado de uma reunião de quase seis horas com 26 representantes de operadoras, esclarece o “El País”.

Em comunicado, a organização explica o cancelamento do Mobile World Congress com a “preocupação global gerada pelo surto de coronavírus, à preocupação com viagens e outras circunstâncias”.

Pressionados pelas notícias e o declínio de convites, o Mobile World Congress estava a tomar medidas preventivas para evitar a propagação do coronavírus, como trocar os microfones dos intervenientes mais vezes e a sugestão de os participantes não se cumprimentarem com um aperto de mão.

No entanto, o número crescente de vítimas mortais e a preocupação ditaram o cancelamento de uma das maiores feiras tecnológicos do mundo.

 

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