Ataques em Cabo Delgado podem ter mão de descontentes da FRELIMO

Ataques em Cabo Delgado podem ter mão de descontentes da FRELIMO

Um post de 31 de Janeiro de 2019 pelo Professor Julião Cumbane na sua linha de tempo do Facebook relata tal facto, mas que só não foi cortado porque o Presidente da República não quis escutar alguns conselhos.

O post que teve elogios aos fundamentos de Julião Cumbane e mereceu atenção de Yaqub Sibindy Presidente do PIMO reforçando a chamada de atenção nos seguintes moldes:

O Nyusi é muito teimoso, não sabe o quer!

Eu disse a ele nesta praça pública que o terrorismo de Cabo Delgado, era o fruto da contestação da ala que saiu derrotada no Congresso, razão pela qual essa ala inicia às suas actividades terroristas na madrugada de 4 de Outubro, por sinal à data que terminou o Congresso da Frelimo, donde o Nyusi saiu com poderes reforçados para prender os marimbondos das dívidas secretas!
Não deu ouvido à nossa advertência construtiva, agora sai ele do poder ou ainda tem alguns meses no Poder para prender toda rede dos lesa-pátria e continuar como um candidato idóneo para a sua própria substituição nas próximas eleições de Outubro de 2019!

 

O post abaixo citado relata estas constatações:

As facetas da insurgência em Cabo Delgado começam a emergir…

É assim:
1. Tem gente vivendo em Maputo e ocupando posições de relevo no aparelho do Estado e nos negócios privados que também está envolvida no apoio logístico aos insurgentes no Norte da província de Cabo Delgado…
2. Aquele cidadão sul-africano acusado de financiar a insurgência naquela região foi silenciado por ordens dessa gente que vive em Maputo…
3. A mobilização de contigentes das forças de defesa e segurança para a zona de conflito em Cabo Delgado anuncia uma provável resistência sangrenta às intenções de inviabilizar um provável segundo mandato do Presidente Filipe Nyusi…

Aproveito este ensejo para exortar a família FRELIMO para se unir em torno do seu Presidente, Filipe Nyusi, e identificar e isolar aqueles que estão envolvidos em actividades subversivas, sendo militantes e membros dos órgãos da FRELIMO. A ninguém deve interessar um novo conflito armado em Moçambique por causa de uma luta de grupos de compatriotas pelo controlo do poder político e económico. Moçambique tem oportunidades para todos os moçambicanos. Vamos deixar os compatriotas do Norte mostrarem o que valem no comando dos destinos de todos nód, moçambicanos; todos nós sendo fiscais para apontar os desvios, quando ocorrerem, e exigir a correcção do rumo errado para o correcto.
Assim, mais uma vez, peço ao Samora Machel Jr. (Samito) para não se deixar usar num projecto que só vai fazer com que o nobre nome da sua família—a família Machel—esteja associado a um novo conflito armado que só vai trazer mais sofrimento para os moçambicanos comuns. Por favor não seja a família Machel usada como instrumento de destruição da FRELIMO e de Moçambique.
Ao Presidente Filipe Nyusi vai o meu apelo para que não se deixe embebedar pelo poder. Os erros de Samora Machel, Joaquim Chissano e Armando Guebuza não devem ser repetidos. Samora Machel foi muito arbitrário, mormente para com os contestatários e críticos do seu regime. Joaquim Chissano foi muito condescente para com a ilegalidade e com isso permitiu o alastramento da corrupção, que ele aproveitou para se enriquecer ilicitamente sem oposição. Armando Guebuza foi muito autoritário e com isso ele se fez rodear por uma legião de bajuladores e malandros que engendraram esquemas de enriquecimento ilícito, esquemas esses que ele também aproveitou acumular riqueza material ilícita sem oposição. Estes erros NÃO DEVEM ser repetidos. Mas aparentemente o Presidente Filipe Nyusi está a repetir TODOS os erros cometidos pelos seus antecessores. Por exemplo, diz-se por aí que o actual Presidente mente (Chissano mentia muito enquanto Presidente!). Diz-se também que o actual Presidente não gosta de ser contrariado e não resiste a propostas financeiras expressivas (Guebuza execrava ser contrariado enquanto Presidente e não escondia o seu amor pela riqueza material, tanto assim que até mobilizou todo um povo para abandonar a ética, a moral e a lei, e ir correndo atrás do dinheiro!). Diz-se mais ainda que o actual Presidente não consegue resistir à beleza feminina (em vida, Samora Machel tinha fama de ser mulherengo!).
Enfim, se for verdade que o Presidente Filipe Nyusi está a repetir os erros dos seus antecessores, então o sucesso da sua governação não vai residir por muito tempo na memória do povo e ele (o Presidente Nyusi) pode sair do poder ingloriamente. Eu não desejo isso ao Presidente Filipe Nyusi. Ainda tenho confiança nele como quando fui votar em 2014. Para mim, Filipe Nyusi é o verdadeiro Príncipe da Paz e Reconciliação Nacional. Este título que eu atribuo ao Presidente Filipe Nyusi (e penso que não sou sozinho) vale muito mais que TODA a riqueza de Moçambique—incluindo mulheres bonitas!—nas suas mãos. Não creio, pois, que ele possa abdicar do seu direito à honra e ao bom nome por causa da riqueza material e de mulheres bonitas. Por eu pensar e crer que para Filipe Nyusi a honra e o bom nome são mais importantes que a riqueza material e mulheres bonitas, aqui estou para rogar que se pare com a maledicência e com a intriga, e se apoie a governação de Moçambique por Filipe Nyusi, pelo menos por mais um mandato. Não rogo para que não critique. Tampouco estou rogando para que se bajule. Não só criticar e não apontar o que estiver certo, ou só elogiar e não apontar o que estiver errado, não é ajudar. É prejudicar. Não prejudiquemos Filipe Nyusi. Ajudemo-lo a governar bem Moçambique por todos nós e para todos nós, moçambicanos de gema!
Eu disse.
Palavra de Honra!


PS: Os dirigentes políticos e oficiais superiores das Forças de Defesa e Segurança (FDS) da República de Moçambique DEVEM compreender e apreender que a sua missão fundamental é DEFENDER a independência nacional, soberania e integridade territorial de Moçambique; DEFENDER a unidade nacional entre os moçambicanos; e GARANTIR a prevalência da paz, ordem e tranquilidade públicas na República de Moçambique. São, pois, preocupantes as informações—sejam elas falsas ou verdadeiras—que circulam nos espaços de interacção social dando conta do envolvimento de dirigentes políticos e oficiais superiores das FDS com pessoas de conduta social suspeita e em negócios que desvirtuam o seu juramento de servir fielmente o Estado e o povo moçambicanos. Por favor, respeitai e façai (vós referidos aqui) respeitar o nosso Estado e as nossas leis!

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