Chuvas em Tete: CONTINUA A INTERDIÇÃO DA CIRCULAÇÃO DE VEÍCULOS E TRICICLOS NA PONTE SOBRE O RIO ROVUBWE. | Jornal Visão

Chuvas em Tete: CONTINUA A INTERDIÇÃO DA CIRCULAÇÃO DE VEÍCULOS E TRICICLOS NA PONTE SOBRE O RIO ROVUBWE.

DEVIDO A CEDÊNCIA DO QUARTO TABULEIRO.
Prevalece a interdição da circulação de veículos e triciclos na ponte sobre o Rio Revubwe, devido a cedência do quarto tabuleiro para quem sai da cidade de Tete a Vila de Moatize, que foi forçado a separar se dos outros pela força da corrente das águas.

Prevalece a interdição da circulação de veículos e triciclos na ponte sobre o Rio Revubwe, devido a cedência do quarto tabuleiro para quem sai da cidade de Tete a Vila de Moatize, que foi forçado a separar se dos outros pela força da corrente das águas.
Para além deste, os outros tabuleiros que compõem aquela importante infraestruturas, também ilustram uma separação um do outro.
O governador de Tete, Paulo Auade teve que interromper a sua visita de trabalho ao distrito Carbonífero do País (Moatize), para acompanhar de perto a situação que desalojou muitas famílias, para além de criar avultados danos materiais e humano.
Auade deixou o distrito de Moatize por volta das 16 horas tendo passado da ponte, depois de passar uma viatura da força policial.
Minutos depois as autoridades que estão em permanência na referida ponte, autorizam em jeito de um teste, a passagem de pelo menos oito viaturas, uma experiência que foi paralisada pois a infraestruturas já mostrava um estado que não oferece segurança.
Já as 18 horas, foi autorizada a circulação de peões facto que se vive até à este momento.
Ainda devido a esta interrupção de circulação de carros naquela ponte, os transportadores cemi-colectivos vulgo chapa-cem que fazem a rota Tete-Moatize adotaram um novo modelo para garantir a circulação de pessoas e bens.
Os “chapeiros que estão em Moatize, levam passageiros até à ponte no distrito de Moatize, e os que estão na cidade levam de Chingodzi para cidade de Tete.
Por outro lado, o novo modelo adotado pelos transportadores sufoca o bolso do cidadão porque neste novo figurino, as pessoas pagam 15 meticais Moatize-Rio Rovubwe + 15 de Chingodzi a cidade de Tete passando para 30 meticais dos anteriormente 20 meticais.
Cidadão classificam a situação como de extrema preocupação, face à crise económica e financeira do sufoca os Moçambicanos.
Para aquelas pessoas, para além de roer o já vazio bolso, passar a pé na ponte é arriscar as suas vidas pois não se sabe a hora em que a infraestruturas pode ceder.
“É preocupante e suficiente, estamos arriscar as nossas vidas, isso a qualquer momento pode cair, e ainda estamos a pagar 30 meticais dos anteriores 20, assim não”, disse visivelmente preocupado, Francisco Vicente.
Questionados o porquê não usar a ponte Kassuende, ou seja a nova ponte sobre o Rio Zambeze, os transportadores alegam não terem autorização das autoridades municipais da cidade de Tete em particular, para circularam naquela rota, temendo serem aplicados multas caso serem encontrados a carregar ou descarregar na via não licenciada.
OPERAÇÕES DE SALVAÇÃO CONTINUAM ESTE SÁBADO.
Por volta das 05 horas deste Sábado (09), uma equipe da Marinha de Guerra deslocou-se ao povoado de Mafuta que cita nas margens do Rio Rovubwe no Distrito de Moatize para socorrer pessoas que segundo uma fonte da SEMSAP, estão nas árvores desde a madrugada desta sexta-feira.
Até à este momento, ainda não há qualquer óbito confirmado, mas sim, um número de seis pessoas são tidas como desaparecidas.
COMÉRCIO VOLTA A FLUIR NA VILA DE MOATIZE.
Depois de quase todas as lojas estarem fechadas com excepção de apenas uma esta sexta-feira, hoje Sábado todas abriram as portas aos clientes.
Alguns clientes dizem que tiveram que adiar as suas compras porque na única loja que abriu ontem, não havia os produtos que necessitavam.
“Ontem não encontrei o que queria na loja, deixei para hoje e rezava para que a situação no Rio se normalize”, disse Manuela Ferreira.
A energia eléctrica na Vila de Moatize, foi restabelecida às 17 horas de ontem para o respiro de alívio dos munícipes, em particular os comerciantes de carne, peixe e outros produtos.
Refira se que a ponte sobre o Rio Revubwe que a muitos anos garantiu a ligação com os países vizinhos como Malawi e Zâmbia antes da construção da ponte Kassuende, foi construída nos anos 80 e de lá até aqui, nunca beneficiou se de qualquer obra de  reabilitação.
Por: Fungai Caetano – Tete
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