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Cidade de Maputo: Capturadas mais 7 mil toneladas do pescado nos primeiros nove meses de 2021

O governo da cidade de Maputo registou durante os primeiros nove meses do presente ano  um volume de 7.069 toneladas de pescado diverso, número que representa uma realização de 76% em relação ao plano anual. Segundo a mesma informação na pesca Artesanal foram capturadas 6.382 toneladas que representam também 75% do planificado.

Por: Ângelo Manhengue

Esta informação foi tornada pública no último Domingo, no distrito municipal da KaTembe, pelo Secretário de Estado Vicente Joaquim, durante a visita no âmbito das celebrações do Dia Mundial da Pesca, efeméride celebrada sob o lema “Gerir a pesca de forma sustentável, para melhor resiliência dos ecossistemas aquáticos e.das comunidades pesqueiras”.

Ainda durante sua intervenção Vicente Joaquim avançou que no programa Nacional de Restauração do Ecossistema, foram plantadas 3.980 mudas de mangal nos distritos municipais principalmente no de KaNyaka  1.980 e Katembe com 2.000, tendo sido restaurados cerca de 4 hectares.

O Secretário de Estado apelou aos profissionais da pesca e toda comunidade para uma maior vigilância  no combate à pesca ilegal e o uso de práticas prejudiciais à sustentabilidade da pesca reiterando o compromisso de trabalhar com todos os intervenientes na cadeia de valor da pesca, na criação de condições que aumentem a resiliência das comunidades e desenvolvam formas sustentáveis e justas de pesca rumo a uma economia azul cada  mais forte.

Vicente Joaquim esclareceu a todos os presentes  na  cerimónia que o governo de Moçambique no seu programa Quinquenal 2020/2024/ tem  prioridade no sector da pesca  e Aquacultura, o fortalecimento do desenvolvimento da pesca artesanal e valorização da pesca industrial “criando mais  oportunidade de emprego, e contribuindo de modo directo para a melhoria da qualidade de vida da população no combate à fome, à pobreza e à desnutrição”.

Para o Presidente da Associação dos Pescadores ao nível do distrito municipal da KaTembe, Romão Nicolau, a realidade do pescado  ao nível daquele espaço é boa, apontando que o grande constrangimento  dos pescadores “é porque este período temos tido dificuldade no mar”.

“Estamos de período de veda durante cinco meses, mesmo assim temos grande problema do pescado, quando vamos ao mar nos primeiros dias temos tido resultados mas no segundo e terceiro dias já não saímos com nada. Isso porque existem empresas que despejam produtos químicos no Mar, que estão a queimar mangal, porque não é possível durante curto período do tempo 4 hectares estar queimado”.

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