COVID-19: ESPANHA ENTRA PARA 1 MILHÃO DE INFECTADOS E ARGENTINA E EUA CONTINUAM A LIDERAR OS NÚMEROS | Jornal Visão

COVID-19: ESPANHA ENTRA PARA 1 MILHÃO DE INFECTADOS E ARGENTINA E EUA CONTINUAM A LIDERAR OS NÚMEROS

COVID-19: ESPANHA ENTRA PARA 1 MILHÃO DE INFECTADOS E ARGENTINA E EUA CONTINUAM A LIDERAR OS NÚMEROS

COVID-19: ESPANHA ENTRA PARA 1 MILHÃO DE INFECTADOS E ARGENTINA E EUA CONTINUAM A LIDERAR OS NÚMEROS – A Espanha é o primeiro país da União Europeia a ultrapassar a barreira de um milhão de infectados com o novo coronavírus e o sexto país do mundo a atingir esta marca.

Os internamentos aumentaram 20 % em todo o país e a região da Catalunha registou um aumento de 70%. O partido VOX apresentou esta quarta-feira uma moção de censura ao Governo espanhol.

Argentina ultrapassa 1 milhão de casos de covid-19

Apesar de ter uma das quarentenas mais longas do mundo, país é o quinto com mais infecções pelo coronavírus confirmadas. Após concentrar-se em Buenos Aires e arredores, epidemia avançou para o interior.

A Argentina ultrapassou nesta segunda-feira (19/10) a marca de 1 milhão de infecções oficiais pelo novo coronavírus, anunciou o Ministério da Saúde em Buenos Aires. O número é especialmente alarmante se levado em conta que o país vive uma das quarentenas mais longas do mundo e tem cerca de 44 milhões de habitantes, muito menos que Estados Unidos, Rússia, Índia e Brasil, outras nações que ultrapassaram a marca.

No total, a Argentina registra 1.002.662 casos de coronavírus e 26.716 mortes e, agora, é o quinto país do mundo com maior número de infecções. No entanto, segundo estimativas de especialistas baseadas em estudos, o número real de casos deve ser ainda maior, chegando a 6 milhões.

A Argentina vive uma das mais longas quarentenas do mundo, apelidada de “quareterna”. Em março, o governo impôs estritas restrições, o que conseguiu conter a disseminação do vírus no começo da pandemia, enquanto outros países sul-americanos viam os casos dispararem. No entanto, após meses de confinamento, o cumprimento das regras pela população diminuiu significativamente, e o número de novas infecções saltou para até 14 mil por dia.

Durante os primeiros meses, com as rígidas regras, os casos na Argentina se concentraram, na grande maioria, em Buenos Aires e arredores, área mais densamente povoada do país.

A partir de junho, porém, quando muitas províncias passaram a abrandar as regras de isolamento social, o vírus se espalhou pelo interior do país. Em junho, a capital argentina e a região metropolitana concentravam mais de 90% dos casos, hoje, esse percentual é de 27,5%.

A capital argentina atingiu o “pico” de contágios em agosto e, desde então, a curva vem diminuindo lentamente, com apenas 557 positivos nesta segunda-feira.

“A curva está em um declínio lento, mas sistemático, da última semana de agosto até os dias atuais”, disse o ministro da Saúde de Buenos Aires, Fernán Quirós, na segunda-feira.

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