COVID-19: PJ PROPÕE AS EMPRESAS QUE OS LUCROS ESTEJAM AO SERVIÇO DO HUMANISMO

COVID-19: PJ PROPÕE AS EMPRESAS QUE OS LUCROS ESTEJAM AO SERVIÇO DO HUMANISMO

COVID-19: PJ PROPÕE AS EMPRESAS QUE OS LUCROS ESTEJAM AO SERVIÇO DO HUMANISMO

Devido a situação de Coronavírus que está a desafiar o mundo de maneira diversa, para além de ceifar vidas de milhares de pessoas, está a ter efeitos desastrosos na economia global, e em particular na economia nacional, o Parlamento Juvenil propõe ao empresariado para que eleve a sua responsabilidade empresarial.

A organização afirma que outros Estados desdobram-se a cada dia na bipolaridade entre salvar vidas e a economia, enquanto a população, especialmente a moçambicana, sem apoio social e directo do Estado, está entre duas aflições, que são o COVID-19 e a fome. Este movimento da juventude defende que está equação bipolar de satisfazer as necessidades básicas de alimentação de cidadãos carenciados, que buscam a cada dia respostas para o seu sustento, alivia o sistema económico a longo prazo.

Nós a Juventude, sem esperança no apoio social Governamental, apelamos ao empresariado moçambicano para que, neste momento de grande turbulência económica eleve a sua responsabilidade empresarial e active a sua solidariedade para com os seus colaboradores, garantindo condições básicas para que estes possam sobreviver a esta pandemia global”, propôs David Fardo. A fonte vai mais longe ao afirmar que “são estes colaboradores que dedicaram parte ou toda vida as nossas empresas. Por isso, hoje, não devem ser deixados a sua própria sorte. Salvando as pessoas, que representam o recurso mais precioso das empresas, salva-se a economia, consequentemente os negócios. Que os lucros estejam ao serviço do humanismo”.

DAVID FARDO DEFENDE DECRETAÇÃO DE ESTADO DE EMERGÊNCIA EM CABO DELGADO

Entretanto, conforme previsto pelo Fundo Monetário Internacional-FMI, os efeitos desta pandemia na economia mundial, devem ser classificados como mais grave em relação a grande depressão económica de 1929. Naturalmente, os Países menos desenvolvidos, como é o caso de Moçambique, estarão mais ressentidos com o colapso. O facto é que empresas estão encerrando, receita e lucros desabando, bilhões de trabalhadores mergulhando no desemprego e salários e outros benefícios tornando-se incertezas.

“Que não seja a fome dos nossos colaboradores, uma razão para o descumprimento das medidas de prevenção. Amanhã, quando tudo isto passar, precisaremos destes colaboradores”, concluiu a fonte.

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