Delfina Nomsa Macuácua vence “Chinese Bridge” e vai representar Moçambique na China

Estudante destaca-se na fase nacional do concurso internacional de Língua Chinesa realizada em Maputo

A estudante DELFINA NOMSA MACUÁCUA foi consagrada vencedora da fase nacional do concurso internacional de Língua Chinesa “Chinese Bridge”, tornando-se, deste modo, a representante de Moçambique na etapa mundial da competição, a decorrer na República Popular da China.

O concurso teve lugar no dia 27 de Maio, no Centro Cultural Moçambique-China, na cidade de Maputo, reunindo estudantes universitários apurados nas eliminatórias provinciais realizadas anteriormente na Universidade Eduardo Mondlane (UEM), em Maputo, e na UniRovuma, na Província de Nampula.

A vencedora destacou-se nas diferentes modalidades avaliadas pelo júri, demonstrando elevado domínio da língua chinesa, conhecimento sobre a cultura da China e talento artístico-cultural, factores que lhe garantiram a liderança da competição nacional.

Durante o certame, os concorrentes foram submetidos a três categorias de avaliação, nomeadamente a apresentação de um discurso em língua chinesa, a resposta a perguntas relacionadas com a cultura e civilização chinesa, bem como a demonstração de talentos culturais, incluindo dança, música, poesia e artes marciais.

O “Chinese Bridge” é um concurso internacional promovido anualmente com o objectivo de incentivar o estudo da Língua, Cultura e Literatura Chinesa entre estudantes universitários de diferentes países do mundo, sobretudo os frequentadores do curso de Licenciatura em Língua, Cultura e Literatura Chinesa.

A competição está estruturada em três fases, sendo a primeira realizada a nível provincial, a segunda a nível nacional e a última a nível mundial, na China, onde participam representantes seleccionados nos diversos países aderentes ao programa.

Com a vitória alcançada nesta edição, DELFINA NOMSA MACUÁCUA passa agora a representar Moçambique na fase internacional do “Chinese Bridge”, onde irá competir com estudantes provenientes de vários continentes na disputa pelos lugares do pódio mundial.

Além do reconhecimento académico e cultural, os participantes beneficiam de diferentes prémios atribuídos ao longo das várias etapas da competição, desde certificados de participação até distinções de mérito para os vencedores.

A realização do concurso em Moçambique continua a reforçar os laços de cooperação cultural e educativa entre Maputo e Pequim, numa altura em que aumenta o interesse dos jovens moçambicanos pelo estudo da língua chinesa e pelas oportunidades de formação e intercâmbio académico internacional.

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