Desafios das Redes Sociais e o jornalismo responsável

A utilização das redes sociais no mundo inteiro viralizou a socialização do indivíduo no meio familiar e a forma tradicional com que se educava este elemento. Hoje em dia se pode contar uma bela história de como era bom educar com chineladas e às vezes aos berros, o que era normal da época.

Moçambique não ficou alheio a digitalização da informação e desde os jornais digitais em formato PDF e com Websites seguindo a tradição de expansão da cobertura do público alvo e leitor, chegaram as redes sociais mais abrangentes e que não precisam de se ter autorização judicial(Facebook, Twitter, Instagram, Tumblr, Youtube, Google e mais…) para a sua utilização. Daí vem os riscos de se transformar uma sociedade respeitosa em população antisocializada ou mesmo socializada pelos celulares(Smrtphones) e que ignora um simples olá porque os memes estão a bater no whatsapp Status ou facebook stories bem como os papos embalados no messenger(facebook), chat Whatsapp e mais.

A chegada destas ferramentas em Moçambique, muitos analistas sociais pensaram que pudesse aumentar a facilidade na busca de conteúdos educativos, visto que com apenas um smartphone mesmo sem dados(Megabytes), é possível ler textos no facebook e comentar, o que torna as redes mais acessíveis. 

Mas com vantagens como estas que só o Governo não interessado pela integridade desta sociedade que se diz estar a crescer pode ignorar totalmente.

O Humor pela internet deixou de ser criativo e passou a ser uma das formas mais berrantes de se provar a inocência ignorante de qualquer indivíduo que é entrevistado pelas televisões e que com o acesso ao material vários blogueiros conseguem ganhar sucesso a custa da dificuldade de fala e percepção do outro.

Moçambique não é excepção, mas a forma como isto está ser levado pode sinceramente se não for acautelado construir uma sociedade facilitada e que poderá explodir há qualquer minuto.

Os humoristas mais famosos da época se não da década são os que com computadores, selecionam momentos de infortúnio da língua de Camões para dar riso aos consumidores famintos por coisas sem sentido. 

O Brasil, país que inspira muitos moçambicanos é muito criativo e já conseguiu criar humor de várias formas que não se deleita com o sofrimento dos mal sabem se pronunciar na língua de Camões.

Cultura de um povo que vaga, povo que promove menos suas obras e procura sempre deleitar-se às custas dos outros chega a mostrar tanta falta de criatividade.

Nos últimos dias sem sensura ou cuidado  e respeito pelos próprios seguidores, profetas, pastores, Apóstolos e vários líderes religiosos humilham crentes com façanhas que são de admiração de crianças de palmo e meio. Falta regra, falta integridade da sociedade que assiste e cala?

Será que Moçambique é o  único país com tecnologias de comunicação e informação avançadas?

E O JORNALISMO? Está num bom caminho?

Estamos realmente a valorizar os que com empenho e dedicação criaram seus órgãos de comunicação?

Afinal de quem é a culpa da desinformação que torna-se tão rápida que a notícia boa sobre a distribuição de camisinhas que previne HIV e outras infecções de transmissão sexual?

Há  ou não necessidade de reflexão sobre isso? … continua…

Autor Desconhecido

Por: Jornal Visão

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p style=”text-align: justify;”>Em: Opinião

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