EMPOSSADOS NOVOS DIRIGENTES DO INGC E ENH

Decorreu em Maputo nesta quinta-feira,(30) a cerimônia de empossamento do PCA da Empresa Nacional de Hidracarbonetos (ENH), a Directora-geral Luísa Meque e Director-geral Adjunto do Instituto Nacional de Gestão de Calamidades  (INGC ).

Luísa Meque substitui no cargo Augusta Maíta, empossada ministra do Mar, Águas Interiores e Pescas.

Na mesma ocasião, o Primeiro Ministro Carlos Agostinho de Rosário desafiou a recente dirigente do INGC, a olhar para os fenômenos naturais que fustigam o país e que causam perda de vidas humanas bem como a destruição de infra-estruturas socioeconómicas.

“Nestes primeiros dias do novo ciclo de governação temos compatriotas nossos que estão a ser afectados por seca na zona Sul e por cheias e inundações, provocadas por excesso de chuvas, nas regiões Centro e Norte, priorizando-se atenção a este grupo”, frisou do Rosário.

A razão da Preocupação do Primeiro Ministro, surge pela frequência de descargas atmosféricas que já causaram dezenas de óbitos só na presente época chuvosa. “É assim que iremos continuar a desenvolver acções que assegurem em primeiro lugar o salvamento de vidas, a construção da resiliência humana e infra-estrutural para a redução da vulnerabilidade das nossas comunidades aos impactos das calamidades”.

O Primeiro Ministro Acrescentou que tendo em conta que mais de 70% da população moçambicana vive nas zonas rurais e utiliza os recursos naturais como a sua principal fonte de subsistência, o Governo tem vindo a desenvolver esforços para assegurar que esta exploração seja feita de forma sustentável, em face das mudanças climáticas.

“Queremos assim acreditar que os Directores do INGC que acabamos de empossar irão usar a vasta experiência acumulada na área agro-pecuária e, desse modo, contribuírem para a redução da vulnerabilidade da população à fome provocada por desastres naturais”, disse.

Por outro lado Carlos Agostinho do Rosário, dirigindo-se ao novo empossado Presidente do Conselho de Administração da ENH, disse esperar que esta instituição seja para Geração de mais energia eléctrica, através de fontes diversificadas, o que segundo o governante irá concorrer na melhoria da qualidade e expansão da rede eléctrica a todas as sedes dos postos administrativos até o final do quinquénio.

Também espera-se do novo dirigente da ENH, a produção de fertilizantes, o que irá contribuir para o aumento da produção e produtividade agrícola no âmbito dos esforços visando garantir a segurança alimentar e nutricional bem como a produção de combustíveis, incluindo o gás de cozinha, para assegurar a substituição de importações e, deste modo, contribuir para a melhoria da balança comercial do país.

“Para a materialização destes objectivos, o PCA da ENH, que acabamos de empossar, deve assegurar a implementação dos projectos de exploração de gás natural dentro dos cronogramas aprovados nos planos de desenvolvimento. Recomendamos, ainda, o PCA a priorizar o fecho financeiro da participação da ENH nos diferentes empreendimentos de exploração de gás e assim assegurar a maximização dos ganhos esperados para o país”, disse.

No âmbito da implementação da lei do sector empresarial do Estado, o novo PCA deve, igualmente, assegurar que a ENH esteja cada vez mais focada na sua área de negócio, evitando a dispersão de esforços.

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