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Empresários Europeus já investiram mais de 60 biliões de dólares em Moçambique

Países como Portugal, Espanha, Itália, Irlanda, Suécia, França e Finlândia, figuram como os que mais investimento fizeram em Moçambique desde o ano 2018.

Os dados são partilhados pelo Presidente da EUROCAM Euro Câmaras e associações em Moçambique, Simone Santi, acrescentando que a maior partes das empresas provem de Portugal, Espanha, Itália, França, Irlanda, Suécia e Finlândia, que apostam na indústria de Petróleo e Gás bem como nas energias renováveis e transporte, e logística.

Santi indica que a EUROCAM, tem feito um exercício de diplomacia económica junto do parceiro Moçambique, o que poder incrementar a produção até 2022 em cerca de 3.5 triliões de metros cúbicos, o que simboliza um aumento em 10% da actual produção.

O Presidente da EUROCAM revela que Moçambique tem todas as condições para se tornar até 2038 no primeiro país a produzir energias renováveis. “Mesmo com as dificuldades, Moçambique está a crescer” disse e acrescenta haver indicadores que já falam dum crescimento  económico dentro de 6 a 7 anos nos 15 a 16%”.

Simon Santi explica ainda se procura, com Moçambique, mecanismos de melhoria do diálogo para reduzir a burocracia, bem como solucionar a questão dos vistos de trabalho que de alguma forma ainda registam complicações.

De igual modo, o presidente da EUROCAM fala da necessidade de reforçar a questão da lei do conteúdo local, o que pode robustecer os investimentos de grandes multinacionais operando em  Cabo Delgado.

Falou ainda das grandes empresas em Moçambique como a ENI, TOTAL, GALP, KENMARE entre outras que trazem investimentos significativos. O dirigente refere que não se pode prescindir da exploração do gás sob pretexto de poluicao mas há que recorrer a estratégias de pacto ambiental sendo que o país ruma a uma economia azul sustentável e amiga do ambiente.

Por via das várias iniciativas no dia 30 deste mês tem lugar o Conselho Diplomático anual que junta todas as embaixadas da União Europeia, num exercício pleno de diplomacia económica. O projecto chama-se janela para o investimento Europeu ao mesmo tempo que vai ser instalada a sede da EUROCAM em Maputo e outra em Pemba.

Tudo, para fortificar a actividade das câmaras e permitir a abertura de mais câmaras  e/ou associações empresariais. De acordo com o entrevistado, a COVID-19 constituiu uma barreira para o avanço de muitas iniciativas mas o mês de Janeiro do próximo ano é da retoma e vão ter lugar varias actividades de cariz económico  e empresarial no país.

No que toca a responsabilidade social, Simon Santi  revelou que todas as empresas  europeias tem uma forte vocação para a formação projectos sociais e desportivos com destaque para a reabilitação de hospitais em palma. ”Não é só puxar pelo lucro, a parte social tem que ser garantida” afirmou.

 

Leia mais: Edição 148 de 26 de Novembro

 

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