Falar de oceano – ou de oceanos – não é uma mera questão linguística ou opção científica.

No contexto em que vivemos, em que a sustentabilidade do planeta – e a saúde do oceano e a sua biodiversidade – se encontram ameaçadas pela acção humana, é fundamental estabelecer conceitos uniformes e mobilizadores, focados em ação conjunta e em gestão integrada.

É mais provável que protejamos o oceano se soubermos que existe apenas um – que começa em cada um de nós; que nos liga; e que a todos pertence.
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