Fazer bem agrada a poucos e chateia muitos

Fazer bem agrada a poucos e chateia muitos

Fazer bem agrada a poucos e chateia muitosA percepção de que precisa sempre fazer bem sem olhar a quem fazer pode ser um bom começo quando se está numa luta desenfreada do servir aos outros em Moçambique e no mundo em geral.

Há dias e com pompa e circunstância recebemos e jubilamos com uma imagem pouco vista no seio da corporação ou seja dos colegas de profissão e outros. Quando o exercício de uma actividade pelo bem-estar público merece aplausos do público, há quem está sempre a espreita para disabores e com vinagre a mistura.
Afinal fazer bem é fazer mal? Ou há quem prefere mesmo que não façamos nada por nós e pelos outros?

 

Fazer bem agrada a poucos e chateia muitos…  

A dignidade no seio laboral perdeu-se há anos e quem se lembra com bom tom dos discursos de Samora Moiséis Machel, hoje em dia pode dizer que algo está perdido nesta sociedade que só quer o sucesso individual para sua alegria e não congratular as boas acções pelos muitos e poucos que ainda conseguem mostrar que não amor ao trabalho e sim a responsabilidade de servir e servir sem antes pensar no que há de vir.

Aquele agente da lei e ordem mostrou ao mundo e aos demais humanos que alumas vezes sem conta precisamos fazer o que fariamos por nós ou por nossa família em situações similiares sem esperar ganhos ou elogios(é nosso dever). Mas porque, a moral de bem-servir sabe-se muito bem que está na lata de lixo precisamos encorajar atitudes que dignificam e lembrem o que nos coloca fora de casa e da cama diariamente.
Fazer bem agrada a poucos e chateia muitosNão subestime seu potencial em detrimento do que eu vou pensar sobre ti, mas avante valorize, faça como aquele que mistura salada de alface com um tomate quase vermelho, uma cebola verde e aquele sal fino que basta. Sabereie as coisas infinitas que o mundo lhe reserva e aprenda que cada segundo vale tudo neste mundo.

Talvez não seja para dar-te aula de sapiência, até porque na matéria sou zero a esquerda antes dos números gordos, mas para também lhe chamar a consciência de que o mundo vive cheio de críticos que desde milhares de anos (antes de Cristo), só sabem criticar, até são estes que acabaram tirando o prazer de bem servir das pessoas para com as outras, porque quem é muito criticado acaba perdendo até a razão de saber que lado da moeda pode se chamar coroa ou cara.

 

Fazer bem agrada a poucos e chateia muitos…

A crítica deve ser uma análise construtiva e não destrutiva, que traz no seu todo uma evasão ilustrativa do poder de quem a faz, mas uma vez mais deve apelar, sanar dúvidas, trazer desenvolvimento de uma ideia única de que servir ao público e a quem for é mais uma parte do cumprimento da nossa tarefa como humanos e servidores públicos que almejam a todo custo ganhar supremacia da consciência de que hoje fiz boas obras.

Se você pensar que ser boa pessoa resume-se no cristianismo ou na religião, morre a esperança de te termos como humano… sim. Humano entendemos como ser, raccional, capaz de produzir sentimentos que beneficiem a outrem ou a si mesmo. Há sede de satisfazermos nosso ego sempre e por isso esquecemos de olhar nos outros o que realmente é produtivo. Separamos identidade profissional da robôtica na fala e fazêmo-la coincidir na exigência.
Há aqui espaço para observarmos coisas boas sobre o nosso dia-a-dia e mudarmos de posição. Interpreetar leis na hora de bonificarmos alguém que não se distancia de nós é o mesmo que dizer aquela pessoa que o melhor mesmo é viver sem coração.

Confusão pode ser este pequeno texto, mas a simplicidade volta para recordar que aquela atitude do homem no meio da água e em plena chuva intensa precisa ser cultivada a todos níveis. Se todos começarem a fazer aquilo que desejam ver no mundo, não precisaremos desafinar as máquinas para construirmos a torre de babel(um edifício que jamais foi usado), pois cada um usará sua língua para fazer entender ao outro o que está mesmo a fazer e acabaremos no abismo.
Acordemos para a glória do mundo com boas atitudes. Façamos sempre o bem sem questionar como fazer e a quem.

Por: Agostinho Muchave

 

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One thought on “Fazer bem agrada a poucos e chateia muitos

  1. Incrível, mas verdade, eu conheci uma senhora maravilhosa chamada Ciolla que ajuda as pessoas e que me concedeu um empréstimo de 68 000 € que eu tenho que pagar mais de 6 anos com um juro muito baixo de ela ou 3% em todo o prazo de empréstimo e lá na manhã seguinte, eu recebi o dinheiro sem protocolo. Precisa de crédito pessoal, o seu banco recusa-se a conceder-lhe um empréstimo, você está em cdi e outros para endereçá-lo e você será satisfeito, mas tenha cuidado com você que não gosta de pagar os empréstimos.Aqui está o seu endereço de E-mail: violettaciolla@gmail.com

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