Fórum Mulher empenhada na disseminação de matérias sobre os direitos da mulher

Fórum Mulher empenhada na disseminação de matérias sobre os direitos da mulher

Fórum Mulher empenhada na disseminação de matérias sobre os direitos da mulher – No Âmbito da campanha dos 16 dias de activismo o Fórum Nulher levou acabo na última sexta-feira na Cidade de Maputo, uma mesa redonda sobre a violência contra a mulher e rapariga no âmbito desta campanha, com o objectivo de consciencializar a sociedade para a prevenção e combate a todas as formas de discriminação contra as mulheres e raparigas.

Rafa Machava Presidente do Conselho de Direcção do Fórum Mulher disse que o evento de sexta-feira, lança o programa das actividades dos 16 dias da violência praticada Contra mulher e assim servindo para alertar a comunidade bem como lançar vídeos sobre Violência, Debates sobre a questão da violência e prevenção despertando a sociedade de que a violência não está a diminuir e sim cada vez mais a aumentar “está á mudar de formas de acção”, frisou.

A fonte revela ainda que o Fórum Mulher denuncia o aumento de casos de violência contra a mulher e pede o fim destas práticas nas regiões Centro e Norte do país. No decurso das actividades dos 16 dias de activismo, será realizada uma marcha para exigir ao Governo acções concretas para o fim da violência contra a mulher.

Com tudo Rafa Machava aponta o caso do assassinato macabro e chocante da jovem Michele Minete de 18 anos de idade, que morreu depois de ter sido catanada pelo namorado no mês passado, dizendo que mostra o quão é alarmante a situação de violência contra a mulher em Moçambique.

Estima-se que nos últimos anos 120.872 casos de violência contra mulher foram registados em todo o país, sendo a sua maioria casos de assassinato de mulheres pelos seus parceiros. E para dizer basta as agressões, aos abusos sexuais e assassinatos contra as mulheres e raparigas, organizações vão sair à rua Para reivindicar acções.

A mesma diz que há insegurança e instabilidade que se vive em Cabo Delgado e em algumas regiões da província de Sofala e Manica que também estão na lista de preocupações, uma vez que entendem ser um fenómeno que afecta mais as mulheres e raparigas.

Por outro lado Eufélia Amélia Representamte da Associação das Mulheres com Deficiência, realça que a questão da violência contra mulher com dificiencia é mais acentuada primeiro porque a sua condição de vulnerabilidade limita qualquer reacção, segundo, a pobreza acaba interferindo, e a crítica lhe aviolenta, fazendo com que o agressor quando se apercebe da situação faz e desfaz.

“Portanto esses são os fenômenos que contribuem para que a mulher sofra e seja violentada, e isto continua a ser um grande desafio para nós, e através destas campanhas de sensibilização queremos que a Educação á mulher, a legislação que é feita seja exstenciva para que ela conheça os seus direitos. E nós como Associações fazemos sensibilização mas a informação ainda não chega porque as famílias continuam ainda a esconder as raparigas, não levam a escola pelo facto. Só de ela sair para fora pode ser violentada, portanto isto ainda nos apoquenta. “lamentou Amélia.

A campanha dos 16 dias de activismo teve origem em 1991, organizada pelo Centro de Liderança Global das Mulheres CWGL que fixou o período de 25 de Novembro a 10 de Dezembro para discutir, reflectir, bem como denunciar as várias formas de discriminação contra as mulheres no mundo.

E anualmente é escolhido um lema Internacional, podendo ser adoptado pelos países querendo ou um lema nacional que reflecte as preocupações de cada país que queiram realçar. Para este ano o lema Internacional escolhido é “Acabar com a Violência Baseada no Gênero no Mundo do Trabalho”.

O evento de um dia juntou cerca de 60 pessoas, das quais representantes de organizações que trabalham em prol dos Direitos Humanos das Mulheres, activistas sociais, membros de associações juvenis, juristas, acadêmicos, lideranças comunitárias e outras pessoas interessadas.

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