FRELIMO CELEBRA DIA VICTÓRIA COM VÍRGULAS DEVIDO A COVID-19

FRELIMO CELEBRA DIA VICTÓRIA COM VÍRGULAS DEVIDO A COVID-19

FRELIMO CELEBRA DIA VICTÓRIA COM VÍRGULAS DEVIDO A COVID-19 – O Secretário-geral da Frelimo lamenta o facto de Moçambique celebrar a passagem dos 46 anos da assinatura dos Acordos de Lusaka, quando enfrenta desafios impostos pela Covid-19, ataques em Cabo Delgado e no Centro do País.

Roque Silva Secretário-geral do partido FRELIMO expressou-se deste modo na manhã desta segunda-feira em Maputo durante a cerimónia de deposição da coroa de flores na Praça dos Heróis Moçambicanos.

“É muita pena que estejamos a comemorar esta data numa altura em que enfrentamos os ataques terroristas em Cabo Delgado, enfrentamos ataques da Junta Militar na Zona centro do país e enfrentamos este grande inimigo do mundo que é a Covid-19. De qualquer das formas é uma data de celebração mas é uma data também que podemos usar para buscar inspiração, para enfrentarmos desafios do presente que assentam na erradicação destes três males, bem como na erradicação da pobreza. Quero usar esta oportunidade para felicitar a todos combatentes que ainda na idade jovem lutaram para nos trazer este país que hoje em dia nos pertence chamado Moçambique, e convidamos a todos para que continuemos a trabalhar para a construção de um Moçambique livre da pobreza que todos nós almejamos”, disse Roque Silva.

A cerimónia de deposição da coroa de flores foi orientada pela Secretária de Estado da Cidade de Maputo Sheila Santana Afonso que por sua vez destacou a importância dos acordos de Lusaka que culminaram com a independência nacional.

“Estes acordos são extremamente importantes para o nosso país, porque foi nesse dia que foi determinado que o nosso país ficaria independente a 25 de Junho de 1975, portanto é um dia de festa para todos moçambicanos e para a República de Moçambique”.

A cerimónia serviu também para a condecoração de 86 combatentes. O lema escolhido para este ano é “A victória está sempre ao redor daqueles que não param de lutar, move-te para Victória”.

Já em Marracuene as comemorações do dia da Victória não foram diferentes com a ACLLIN a liderar as mesmas. Em representação da Associação dos Combatentes da Luta de Libertação Nacional, Marcos Aldine fez a deposição da coroa de flores e teceu algumas palavras recordando aos residentes daquele distrito que depois do Massacre de Mueda em 1962, a população se organizou e os três principais movimentos uniram-se originando a FRELIMO.

Aldine conta que a intenção do colono era destruir as machambas dos Makondes para ver se estes morriam a fome e mais tarde houve uma reviravolta que conseguiu derrotar os portugueses e a consequente independência vinda através de um diálogo.

Shaffe Sidat Administrador do distrito de Marracuene aproveitou o dia para frisar a mensagem de consciencialização da população sobre a agressividade com que a pandemia está a se revelar e o cuidado rigoroso que deve ser tomado para a prevenção, referindo-se as medidas já anunciadas pelas instituições do governo.

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