Um click para o muno das notícias! » CAPA » Guerra aberta entre Artimiza e Vuma: Afinal quem é bandido?

Não basta parecer e preciso ser. Artimiza cantou tanto aos quatro ventos, ser justiceira, pregadora da verdade entre outros auto-adjectivos para fazer valer o seu ódio e inveja a figura alheia, e quando lhe é exigida a verdade eis que oferece reboliço em resposta.

Ao bom nome, respeito e consideração deve-se a que faz por merecer. Em sociedades civilizadas dá-se o respeito a todo e qualquer indivíduo incluindo os mortos através dos cemitérios e as suas campas neles existentes.

Como se pode dar respeito a quem primeiro invoca o nome de Deus e depois sai por aí a maldizer as pessoas por meios inadequados e com finalidade de assassinar carácter, caluniar e difamar pessoas alheias?

Depois de vários vídeos ofensivos e difamatórios em torno de um processo que ocorreu e não concordou, eis que chamado a explicar-se diante do comité provincial perante membros da brigada central, esta não se faz presente num encontro que estava agendado para último sábado dia 8 de Junho corrente.

Artimiza Magaia, não se fez presente numa reunião marcada pelos seus superiores e praticamente do seu interesse porque foi quem inventou e levantou todo imbróglio sobre o processo eleitoral interno na província de Gaza, onde alegou a sua falta comparência por exigir que lhe fosse pago a passagem de Massingir a cidade de Xai-Xai e que também lhe fosse garantida alojamento e alimentação, como se pode perceber uma autêntica estapafúrdia para quem exige transparência e verdade.

Como se não bastasse, chamado a explicar-se na Procuradoria Distrial de Massingir sobre um processo que correr sobre si, o nosso jornal ficou, a saber, que na audição havida hoje quarta-feira dia 12 de Junho, Artimiza foi pedir que aquele processo não pudesse mais ter andamento porque ela já tinha pedido desculpas e que já tinha se entendido com queixo neste caso Agostinho Vuma, a Chefe da Brigada Central Margarida Talapa, o Primeiro Secretario Provincial de Gaza Daniel Matavele e Veronica Macamo, Chefe da Área de Actividade Interna, que na verdade é uma autêntica mentira.

Para apurarmos junto da Artimiza a veracidade atitude mentirosa na Procuradoria, entramos em contato telefónico na qual esta responde, ou seja, atendeu a nossa chamada, mas quando nos apresentamos como jornal e que queríamos saber junto dela o que ocorreu na procuradoria, esta simplesmente exigiu que lhe disséssemos quem e que teria partilhado o seu contato como condição para que a conversa continuasse, mas para proteger nossas fontes declinamos o pedido dela e esta de forma mais grossa possível desligou a chamada demonstrando a sua atitude negativa de que não sabe ser e nem estar perante pessoas mesmo quando se tentar falar com ela de forma mais educada possível.

Também ficamos, a saber, que Agostinho Vuma renunciou à sua candidatura junto da estrutura máxima do partido para evitar que se continue a sujar sua carreira e o seu bom nome, que no último vídeo gravado pela Artimiza já visava nomes de outras figuras de relevo do partido FRELIMO.

Sobre o processo movido por Vuma contra Artimiza, entre os factos criminais, constam as seguintes acusações extraídas dos vídeos por ela gravados e publicados o seguinte: que Agostinho Vuma faz parte de uma quadrilha do partido, que trazia urnas falsas, como sendo quem não quer ver a democracia fluir, casa de “dinheiro de sangue” e para além de ter dito de forma gravosa numa das passagens de um dos vídeos onde acusa “como um bandido pode ser um cabeça de lista?” entre outras difamações. O nosso jornal soube que pelos danos causados o queixoso pede como indemnização cinco milhões de meticais.

Importa referir que, contra Artimiza Magaia, depois daqueles vídeos por si gravados e espalhados pelas redes sociais, correm dois processos, um movido por Agostinho Vuma e outro internamente pelo partido FRELIMO, assuntos que prometemos trazer mais desenvolvimentos nas próximas edições.

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Author: Jornal Visão Moçambique

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