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João Ximenes Braga faz streia no teatro a partir de contos publicados no seu livro

A peça estará cartaz no dia 17 de Dezembro no Centro Cultural Banco do Brasil

O livro “Necrochorume e outros contos” de João Ximenes Braga, um dos mais importantes escritores da televisão brasileira, norteia a peça Gente de Bem, da Cia. Comparsaria Teatral e traz, pela primeira vez, um texto do autor para o teatro. São seis histórias curtas retiradas literalmente da publicação de 2021 que retrata personagens e situações típicas da classe média branca brasileira. O resultado mostra crónicas de nossa época, escritas a quente, como apontamentos sobre absurdo registador pelo autor no dia-a-dia, seja observando situações, diálogos, atitudes, o preconceito, os atavismos, o racismo, a homofobia e o conservadorismo das pessoas.

No elenco, além da directora Adriana Maia, que também é atriz, mais 12 actores: Alexandre Damascena, Ana Achcar, Anna Wiltgen, Camí Boer, Dadá Maia, Gilberto Goés, José Ângelo Bessa, Mariana Consoli, Miguel Ferrari, Pamela Alves, Stefania Corteletti e Xando Graça. A estreia será no dia 17 de novembro, no Teatro III do CCBB do Rio de Janeiro, com temporada até 18 de Dezembro, sempre às sextas, Sábados e segundas às 19h, domingos às 18h.

“Quando vi um ensaio de ‘Gente de bem’, recorte de seis dos trinta contos de ‘Necrochorume’, fiquei surpreso com a teatralidade e o humor que a companhia descobriu nessa prosa. Os dois contos que fecham o espectáculo, porém, me deixaram apavorado. A companhia lhes trouxe tamanha virulência que eu não conseguia deixar de pensar que, em outros tempos, toda a trupe seria presa logo na noite de estreia. Graças a muita luta, não vivemos em outros tempos, mas nestes. Por outro lado, esta peça não nos deixa esquecer que os outros tempos continuam na coxia, esperando sua deixa para entrar em cena. E nos aniquilar” – ressalta João Ximenes Braga.

“As histórias construídas por Ximenes nos obrigam a olhar a sordidez humana sob o ponto de vista do opressor, e é preciso encarar esse opressor, só assim encontraremos caminhos possíveis para desconstruir a ‘branquitude’ “, observa Adriana Maia.

A directora geral aposta numa teatralização construída a partir da performance do actor-narrador — um recurso cénico do teatro épico contemporâneo, que permite ao ator transitar entre o ato de narrar e o jogo da representação, assumindo por vezes a função de personagem-narrador, e outras vezes de narrador-personagem —, que se coloca como um veículo de passagem entre texto e espectador. Ele manuseia a matéria-prima, que são as ideias, as situações e os sentimentos contidos no texto, e dá a ela uma forma “incompleta”, como se fosse uma escultura inacabada, que contém nela a proposta de várias formas diferentes e então entrega a escultura ‘inacabada’ ao público para que ele possa, a partir de sua percepção pessoal, concluir a obra.

Gente de Bem, da Cia. Comparsaria Teatral

Gente de Bem aposta no humor crítico, no olhar certeiro que aponta para o que há de mais ridículo nesses personagens, transformando o riso em reflexão. A escolha pelo viés do humor é uma escolha política. O humor penetra por poros que a razão talvez não alcance. Asco, Uísque, Café, Soro, Esgoto, Urina, seis contos de João Ximenes Braga que nos convidam a refletir sobre nós e nossa sociedade.

 

 Sobre João Ximenes Braga

João Ximenes Braga é carioca, jornalista, escritor e roteirista.

Foi colunista do jornal O Globo, escrevendo crônicas sobre Nova York, cidade onde morou por quatro anos. No retorno ao Brasil passou a escrever sobre cultura e comportamento. Como roteirista escreveu, juto com Claudia Lage, a novela “Lado a Lado” – PRÊMIO EMMY INTERNACIONAL de Melhor novela de 2013. Escreveu também como colaborador “Paraíso Tropical” e “Insensato coração” novelas de Gilberto Braga e Ricardo Linhares. Em 2021 Publicou o livro de contos “Necrochorume” pela editora 7 letras. Desse livro foram extraídos os contos encenados em GENTE DE BEM. Em 2010 Publicou “A Dominatrix Gorda”, pela editora Rocco. A exemplo de grandes cronistas como Lima Barreto e Joao do Rio, João Ximenes Braga fez da urbe tema de suas crônicas em A Dominatrix Gorda, para falar não apenas do Rio, mas também de Berlim, Londres, Viena, Nova York e São Paulo. Outros livros publicados: em 2003 “Porra” (editora Objetiva). Em 2005 “Juízo” (editora 7 letras). Em 2009 “A mulher que transou com o cavalo e outras histórias” (editora língua geral).

 

Sobre os artistas da Cia. Comparsaria Teatral

ADRIANA MAIA – Atriz, diretora e professora, além de Doutora em Teatro, é professora da Faculdade da Cal. Integrante do grupo Além da Lua, (1983/85) – Molière de Incentivo ao Teatro Infantil. Em 1986, foi indicada ao Mambembe de melhor atriz por A Gata Borralheira. Em 1988 recebe o Mambembe de melhor espetáculo do Ano como diretora por Infância. Integrante do Centro de Demolição e Construção do Espetáculo de Aderbal Freire-Filho (1991/ 1995).Fez parte da Cia do Paraíso (1995/1999).Trabalhou com Amir Haddad, Camila Amado e João Fonseca. Em 2006 funda o Teatro das Possibilidades e dirige espetáculos a partir de textos literários. Montagens realizadas: Fazendo Ana Paz e Cartas em cena. Em 2012 dirige A estranha viagem de Maria Cecília. Em 2015, dirige Paparazzi no CCBB/RJ. Em 2019 dirige Cabaré Autofágico no Teatro Poeira. Em 2020 dirige 455:Macbeth espetáculo itinerante no Castelinho do Flamengo. Em 2022 concebeu A plebe de Coriolano, uma performance a partir da tragédia shakespeariana no Cortiço Carioca.

ALEXANDRE DAMASCENA – Doutor em Literatura Brasileira pela UFRJ com especialização em Direção Teatral pela CAL. Formado pela Escola técnica de Teatro Martins Pena é Professor de dramaturgia da especialização em Literatura Infantil e Juvenil da Universidade Candido Mendes, professor de literatura e teatro do município de Itaguaí. Dirige a Cia Casa Verde de Itaguaí e a Cia do Invisível de Santa Cruz. Seus últimos trabalhos como ator foram as novelas Gênesis e Travessia e os musicais Cazas de Cazuza e Síndroma.

ANA ACHCAR é atriz, diretora, pesquisadora teatral e professora nos cursos de graduação e pós-graduação da Escola de Teatro da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) desde 1994. Formada na École Philippe Gaulier em 1987 -1988 em Paris, seguiu estágios de máscara no Théâtre du Soleil com Ariane Mnouchkine e na Itália com Enrico Bonavera e Donato Sartori (curso de criação de máscaras). Como atriz, seus últimos trabalhos são AS COMADRES, supervisão artística de ARIANE MNOUCHKINE, apresentado no RJ e em SP (2019) e na França (2021), Uma ciranda para mulheres rebeldes e a Plebe de Coriolano, ambos dirigidos por Adriana Maia no RJ ( 2018 e 2022). Como diretora, ganhou DOIS PRÊMIOS (Melhor Espetáculo da Tunísia na FITU e Juri Popular da Rússia no FIESTA) pelo espetáculo PalhaSOS.

ANNA WILTGEN é Mestre e Licenciada em Teatro, atriz, professora, pesquisadora, diretora e produtora. No palco, foi dirigida por Luiz Arthur Nunes, Domingos Oliveira, Claudia Borioni, Luiz Armando Queiroz, Moacyr Góes, Gerald Thomas, Angela Leite Lopes, José de Carvalho, João Bethencourt, entre outros, e Adriana Maia – recentemente “Uma ciranda para mulheres rebeldes e “A Plebe de Coriolano” – e com a qual vem integrando coletivos artísticos que resultaram em diversas ações como o Espaço Casa dos Dramáticos na Pça. Tiradentes, residência artística Palavra de Palhaço no T. Poeira, ciclos de Leituras

CAMÍ BOHER é cantora/compositora, atriz, humorista, dançarina, dubladora, preparadora vocal, diretora musical, professora de Música e inglês e produtora cultural. Cami, como é conhecida, é filha da cantora Elizabeth Viana, a rainha do Samba-Rock no Brasil. Atua como cantora profissional desde 2002. Trabalhou no grupo Rádio Comida por dez anos, onde atuava como cantora, atriz, produtora e figurinista. Participou como atriz, cantora e dançarina da montagem internacional de “Madagascar Live”, pela Holiday on Ice-Holanda, onde fez quatro personagens. Atuou em diversas peças, entre elas “O quarto”, “Violetas na janela”, “Sítio do pica–pau Amarelo”, “As festas da Tia Ciata”, “Rock in Lixo”; e “Cabaret Autofágico”. Fez a direção musical de “Cinderela”; “O casamento da Dona Baratinha”, na Faz Assim Produções.

GILBERTO GOÉS é Ator formado pela CAL no curso profissionalizante em 1993, Bacharel em Artes Cênicas em 2015 e Pós-graduado em Direção em 2017 no Instituto CAL de Arte e Cultura. Entre os principais trabalhos como ator, destacam-se: “Amor e morte em Nelson Rodrigues” Autor: Nelson Rodrigues. Direção e adaptação: Clovis Levy, “O Burguês fidalgo” Autor: Molière. Direção: Marcos Vogel, “Woyzeck” Autor: Georg Buchner. Direção: Alexandre Carrazzoni, “O olho azul da falecida” Autor: Joe Orton. Direção: Sidnei Cruz, “Monteirices Lobatianas” Autor: Monteiro Lobato. Direção e adaptação: Sidnei Cruz, “A mente capta” Autor: Mauro Rasi. Direção: João Batista, “Boca de Ouro” de Nelson Rodrigues. Direção: Adriana Maia, “Folias do Coração” de Geraldo Carneiro. Direção: Xando Graça, “455 Macbeth” de Shakespeare. Direção: Adriana Maia, “A Plebe de Corioliano” de Shakespeare. Direção: Adriana Maia. Atualmente faz parte da Comparsaria Teatral.

JOSÉ ANGELO BESSA é ator, graduado pelo bacharelado Formação de Atores da Casa das Artes de Laranjeiras (CAL). Principais Trabalhos Realizados: “Otto Lara Resende ou Bonitinha mas Ordinária”, de Nelson Rodrigues – direção de Marcelo Morato (2018) • “Murro em Ponta de Faca”, de Augusto Boal – Leitura dramatizada no “CAL na Roda, direção de João Batista (2019) • Circo-Teatro com as peças “Meu Nome é Jessie”, “A Morte do Cadáver” e “Coração Materno” – direção de Adriana Maia (2021) • “A Plebe de Coriolano”, de William Shakespeare – adaptação e direção Adriana Maia (2022) • “O Círculo de Giz”, de Bertolt Brecht – direção de João Batista (2022) • PRÊMIO1° Lugar MELHOR ATOR e MELHOR TEXTO no FestiCAL 2021 com o texto “Lavando a Louça”.

MARIANA CONSOLI é atriz licenciada em Artes Cênicas pela UNIRIO e pós-graduada em Historiografia do Teatro pela Casa de Artes das Laranjeiras. Atuou em cerca de vinte e cinco montagens como atriz, destacando-se “Terapia do Riso”; “Malvadas”, de Alessandro Marson; “Clube da Cena”, de Cristina Fagundes; “Talk Radio”, de Eric Bogosian e direção de Maria Maya; “Pequenos Poderes”, de Diego Molina e direção de Breno Sanches; e “Sucesso”, de Leandro Muniz. Seus últimos trabalhos como atriz e produtora foram “A Vinda do Messias” com direção de Isabel Cavalcanti e “Distorções”, de Fabrício Branco e direção de Eduardo Vaccari. Integra atualmente o elenco da Comparsaria Teatral sob direção de Adriana Maia. Na televisão esteve em “Novo Mundo”, de Thereza Falcão e Alessandro Marson, como Dalva e “Travessia”‘ de Glória Perez, onde interpretou Ciça. Atualmente é professora de Teatro dos Ensinos Fundamental e Médio da Escola Britânica do Rio de Janeiro.

MIGUEL FERRARI é ator formado pela CAL em 2022 no curso Bacharelado em Artes Cênicas. É também aluno do curso de Estética e Teoria do Teatro da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO. Como ator, foi dirigido por João Batista no espetáculo “Terror e Miséria do Terceiro Reich”, de Bertold Brecht, e na leitura dramatizada do texto “Murro em Ponta de Faca”, de Augusto Boal. Dirigido por Marcus Alvisi no espetáculo “Sonho de uma noite de Verão”, de Shakespeare, no papel de Lisandro. Em 2022, integrou o Coletivo Du’velhomoço onde atuou no espetáculo infantil “Querência Quer Ver o Mar”, contemplado pelo edital FOCA da Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro e Secretaria Municipal de Cultura. Ainda em 2022, participou do espetáculo “A Plebe de Coriolano”, com direção de Adriana Maia, ao lado da Comparsaria Teatral. No audiovisual, protagonizou o curta metragem “Felipe” no papel de Felipe Alvarenga, com lançamento previsto para 2023.

PAMELA ALVES – Formada em Cênicas, Bacharelado, pela Universidade de Brasília e integrante do grupo Nós do Morro. Como atriz participou de espetáculos, como “Faces da Terra” com direção de Abaetê Queiroz, “Vende-se uma Boneca” com direção de Cleide Mendes, “Delirum” direção de Albert Ber e “A Geladeira” com orientação de Alice Stefânia, “Rosa Vermelha”, sob orientação de Izabela Parise, “Recruzadas”, sob orientação de Alisson Araújo, “Quem Disse que Não”, sob orientação de Marcus Mota e Alice Stafânia; “PENTES”, com direção de Alisson Araújo, “Óptica Ficcionista”, com direção de Abaete Queiroz. Foi integrante do grupo teatral “Cabeça Feita”, cuja diretora é a atriz Cristiane Sobral. Dirigiu o espetáculo Qual o seu mundo maravilhoso? ” Em parceria com Nitiel Fernandes e orientação de Jesus Vivas, dirigiu também aos- ame-ir, sob orientação do grupo de teatro Concreto (DF/2010). Participou do espetáculo Pedido de Casamento, dirigido por Rafael Andrade, fez parte do elenco do espetáculo “Casarão” com direção de Ray Cosmo (09/2015 – RJ). Atuou no espetáculo “Morro da Trincheira” dirigido por Jonas França e Alex Borges. (2015). Em 2016 integrou o elenco do espetáculo Brasiliense Entrepartida, dirigido por Francis Wlker. Em 2017 escreveu a atou no Solo “Dandara, sou Eu” dirigido por Wilson Granja. Em 2018. Participou da montagem de “455 Macbeth”, dirigido por Adriana Maia e “Eles não usam Black tie” dirigido por João Velho (2020/2021)

STEFANIA CORTELETTI é atriz há 16 anos, formada em artes cênicas pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Tem formação complementar pelo LISPA (London Institute of Performing Arts) em 2011. Seus últimos trabalhos no teatro como atriz foram “455: Macbeth” , direção de Adriana Maia, “Pássaros ou Obras Incompletas” , direção de Bruno Henriquez, “Sobre Troias” , direção de Bruno Henriquez, “Amor Veneris” , direção de Angel Palomero e “S. Contos de Tchekhov” , direção de Marcela Andrade. No cinema fez participações em longas como “Divã” , direção de José Alvarenga Jr., “Nosso Lar” , direção de Wagner de Assis e protagonizou o curta “Maria que a graça esconde” , direção de Daniela Rosa. Graduada também em fonoaudiologia, tem experiência como preparadora vocal de atores em diversas montagens.

XANDO GRAÇA é um ator carioca de teatro, cinema e televisão. Estreia no teatro profissional em 1983 e, a partir daí integra o elenco de diversos espetáculos dirigidos pelos seguintes profissionais: Ricardo Kosovski, Carlos Wilson (Damião), Dudu Sandroni, Aderbal Freire Filho, Domingos Oliveira, Amir Haddad, José Celso Martinez Corrêa, Marcos Vogel, Adriana Maia, entre outros, tendo recebido indicações para prêmios de melhor ator em 2003 por “O Deserto Iluminado”, 2012 por “O Beijo no Asfalto” e 2014 por “Fazendo História”. Seus trabalhos teatrais mais recentes incluem o monólogo “Revisitando Tebas” que além de interpretar, codirigiu (2018) e, “Arlequim, Servidor de 2 Patrões”, Espetáculo integrante do II Festival Internacional de Teatro do BRICS, em Moscou, Rússia (2018). e “455 Macbeth”, de William Shakespeare (2019/20) ambos dirigidos por Adriana Maia. No cinema participou de “Barba, Cabelo e Bigode”, de Rodrigo França e Letícia Priscos e “Eike – ou Tudo ou Nada”, de Dida Andrade e Andradina Azevedo. Na televisão pode ser visto nas séries “Magnifica 70”, dirigida por Cláudio Torres para HBO (2015/17), “Um Contra Todos”, dirigida por Breno Silveira para FOX (2016/19), e na 3ª temporada de “Impuros” dirigida por Tomas Portella para a FOX (2021).

 

Sobre o CCBB RJ

Inaugurado em 12 de outubro de 1989, o CCBB está instalado em um edifício histórico, projetado pelo arquiteto do Império, Francisco Joaquim Bethencourt da Silva. Marco da revitalização do centro histórico do Rio de Janeiro, o Centro Cultural mantém uma programação plural, regular e acessível, nas áreas de artes visuais, artes cênicas, cinema, música e pensamento. Em 34 anos de atuação, foram mais de 2.500 projetos oferecidos aos mais de 50 milhões de visitantes. Desde 2011, o CCBB incluiu o Brasil no ranking anual do jornal britânico The Art Newspaper, projetando o Rio de Janeiro entre as cidades com as mostras de arte mais visitadas do mundo. O prédio dispõe de 3 teatros, 2 salas de cinema, cerca de 2 mil metros quadrados de espaços expositivos, auditórios, salas multiuso e biblioteca com mais de 200 mil exemplares. Os visitantes contam ainda com restaurantes, cafeterias e loja, serviços com descontos exclusivos para clientes Banco do Brasil. O Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro funciona de quarta a segunda, das 9h às 20h, e fecha às terças-feiras. Aos domingos, das 8h às 9h, o prédio e as exposições abrem em horário de atendimento exclusivo para visitação de pessoas com deficiências intelectuais e/ou mentais e seus acompanhantes.

 

Ficha Técnica:

Elenco: Adriana Maia, Alexandre Damascena, Ana Achcar, Anna Wiltgen, Camí Boer, Dadá Maia, Gilberto Goés, José Ângelo Bessa, Mariana Consoli, Miguel Ferrari, Pamela Alves, Stefania Corteletti e Xando Graça

Texto: João Ximenes Braga

Direção: Adriana Maia

Direção Musical: André Poyart

Cenografia e objetos: Cia Comparsaria Teatral

Figurinos: Nello Marrese (colaboração)

Iluminação: Anderson Ratto

Designer Gráfico: Cristina Resende de Almeida

Assessoria de Imprensa: Alexandre Aquino e Cláudia Tisato

Direção de Produção: Dadá Maia

Uma produção de Ciranda de 3 – Trupe Produção e Comparsaria Teatral

@comparsariateatral

 

Serviço:

Gente de Bem

Espetáculo da Cia. Comparsaria Teatral

Temporada – 17 novembro a 18 de dezembro de 2023

Sexta, sábado e segunda às 19h, domingo às 18h

Classificação Indicativa: 12 anos

Duração: 80 minutos

Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro – Teatro III

Capacidade: 86 lugares

Endereço: Rua Primeiro de Março, 66

Centro – Rio de Janeiro

Contato: (21) 3808-2020 | ccbbrio@bb.com.br

Mais informações em bb.com.br/cultura

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Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia), emitidos na bilheteria física ou site do do CCBB – bb.com.br/cultura

Meia-entrada para estudantes e professores, crianças com até 12 anos, maiores de 60 anos, pessoas com deficiência e seus acompanhantes e casos previstos em Lei. Clientes BB pagam meia entrada pagando com Ourocard.

Jornal Visão Moçambique
Author: Jornal Visão Moçambique

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