MÁS CONDIÇÕES DE HIGIENE NOS SANITÁRIOS PÚBLICOS PREOCUPAM MUNÍCIPES | Jornal Visão

MÁS CONDIÇÕES DE HIGIENE NOS SANITÁRIOS PÚBLICOS PREOCUPAM MUNÍCIPES

MÁS CONDIÇÕES DE HIGIENE NOS SANITÁRIOS PÚBLICOS PREOCUPAM MUNÍCIPES

Munícipes de vários pontos da cidade de Maputo estão preocupados com a falta de limpeza nos balneários públicos. Segundo relato dos mesmos, os sanitários públicos existentes não são suficientes para cobrir todos, pois a cidade é grande e as pessoas estão sempre em movimento, porém não seja o motivo de se continuar a mijar nas acácias, poluindo a cidade. Contudo os que existem as condições de higiene são uma lástima, sendo que são cobrados 5 MT para necessidades menores e 10 para maiores, não sabendo para que fins é usado.

Segundo Mário Alfinete, os sanitários públicos devem ser conservados pelos próprios munícipes, não se pôr lixo porque têm outras pessoas que entram enquanto fumam, bebem e deixam lá coisas inúteis, descontrolando sem saber que não são somente eles que usam. Alfinete diz que se alguém mante-se os balneários públicos como mantém a limpeza de sua casa não haveria imundície, mas outras pessoas fazem de propósito alegando não ser de casa.

“Os responsáveis pelas instalações não têm feito a limpeza e não sei se é por causa do pagamento ou não, pois se for o pagamento somente entra quem têm e quem não têm não lhe é permitido entrar”, rematou Mário. A fonte conta ainda que por vezes têm tido muita confusão porque há algumas pessoas vão com intenção de entrar e sem pagar o valor cobrado e se isso acontecer, serem permitido entrar, os que pagam poderão encontrar aquilo em condições mais lamentáveis do que está.

Por outro lado, José Machave revela que o conselho Municipal teve um bom projeto, pois de certo modo pode ajudar a diminuir a poluição do solo devido a urina mas o próprio munícipe não aproveita da melhor forma possível, sempre cria condições de deixar os sanitários numa situação não muito boa. Ele revela que por outro lado essa iniciativa não está sendo bem sustentada pelos próprios organizadores devido a falta de água. A fonte refere que por mais que esteja muito apertado prefere se assegurar ate chegar ao seu destino porque ver aquele tipo de lixo e num lugar fechado é um atentado contra a saúde.

A fonte frisa que já passou por uma situação de estar muito apertado e não obter se do valor, tentou aproximar para pedir mas não lhe foi permitido entrar, apesar disso esta ciente de que é importante cobrar o valor porque as pessoas que lá trabalham precisam de um salário e para poder fazer limpeza e a própria contribuição também serve do outro lado para o desenvolvimento do próprio sector e no caso de quem não tiver o valor fosse permitido entrar, a maioria das pessoas não iam tirar justificando não ter.

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CAPA DA SEMANA

 

Edição 103

Entretanto, Edmilson Fernando diz que em algum momento os sanitários públicos ajudam, o mal é de encontrar sempre sujas e isso deve-se a falta de pessoas para fazerem a devida limpeza. Fernando explica que quando não têm 5 MT e estando apertado procura um lugar para se aliviar pois não vêm outra alternativa e conta que mesmo tendo o valor fica difícil fazer as suas necessidades devido ao mau cheiro, urina espalhada e deve tapar as narinas com a palma da mão para não consumir aquele cheiro.

Entretanto, Adelina Coveque lamenta a situação vivida naqueles sectores principalmente porque as pessoas para cobrar os 5 ou 10 MT sempre estão disponíveis mas para deixar o local limpo não há pessoas. A fonte pede ao conselho Municipal que arranje alguma equipa par que possa fazer a limpeza e outra inspeção se possível diariamente para ver se os munícipes é que deixam aquele local em situações desagradáveis ou mesmo é por falta de limpeza e água pois não se pode colocar pessoas só para cobrar mas também para fazer a limpeza.

“Já entrei no sanitário público da praça dos combatentes e fiquei totalmente decepsionada devido à situação. Todo o chão estava espalhado de diarreia, não tinha lugar nem para passar e solução somente era de pôr água para pelo menos ter um lugar para passar e fazer as minhas necessidades, e isso quando saía água, agora que já não sai não quero nem pensar em como está. A minha saída fui ter com a pessoa que me cobrou o valor para reclamar da situação e a resposta dele foi de que nós é que não sabemos usá-la.

De referenciar que para que a situação minimize, segundos os nossos entrevistados precisa-se de uma sensibilização, educação cívica e isso é responsabilidade do Conselho Municipal pois não se pode trabalhar somente nas multas. Alguns postes da praça dos combatentes estão com cheiro nauseabundo isso são os vendedores que fazem, sendo que ao lado tem um balneário público.

 

Edição 103 – 31 de Janeiro 2020
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