O PAÍS NÃO ESTÁ EM CONDIÇÕES DE REABRIR AS AULAS NOS PRÓXIMOS 30 DIAS AFIRMA O (MEPT) | Jornal Visão

O PAÍS NÃO ESTÁ EM CONDIÇÕES DE REABRIR AS AULAS NOS PRÓXIMOS 30 DIAS AFIRMA O (MEPT)

O PAÍS NÃO ESTÁ EM CONDIÇÕES DE REABRIR AS AULAS NOS PRÓXIMOS 30 DIAS AFIRMA O (MEPT)

O PAÍS NÃO ESTÁ EM CONDIÇÕES DE REABRIR AS AULAS NOS PRÓXIMOS 30 DIAS AFIRMA O (MEPT) – O Movimento de Educação Para Todos que agrega várias organizações da Sociedade civil que trabalham em prol da educação avança vários factores que concorrem para não a reabertura das aulas nós próximos 30 dias em Moçambique conforme anunciado pelo Ministério da Educação nesta segunda-feira.

Um Estudo apresentado nesta quarta-feira em Maputo pelo MEPT trás detalhes que mostram claramente a justificação de não avançar com a ideia de reabertura de escolas no país.

“Os números continuam a subir, [su_members message=”Conteúdo para ASSINANTES. Por favor ASSINE PREMIUM SEMANAL e tenha acesso a toda notícia %login%.” color=”#0084cf” login_url=”https://jornalvisaomoz.com/produto/seja-assinante-para-ter-acesso-a-todas-noticias/”]foi referido há pouco tempo que Moçambique pode estar entre os dez (10) países onde a taxa de contaminação é mais alta e se estamos ainda neste cenário julgamos não ser o momento adequado para reabrir a escola prevista para menos de 30 dias mesmo nas modalidades que estão a ser agora colocados. Achamos que pode ser arriscado neste momento e gostávamos de propor para que este adiamento seja retardado” justifica Gaspar STEFANE Presidente do Movimento Educação para Todos. Por outro lado aquela organização da sociedade civil diz ser possível reajustar o calendário escolar como afirma AMINA ISSA. “Nós acreditamos que como educação é possível fazer o reajuste dos calendários, o reajuste dos Programas para que não se perca na totalidade o ano e é possível se nós formos a ver quanto tempo é que realmente as crianças levam a estudar, nós podemos fazer essa recalendarização por exemplo para chegarmos até ao próximo ano que até está no cenário actual que provavelmente as aulas possam terminar em Janeiro do próximo ano ou em Fevereiro. Então não cogitamos a anulação do ano como todo porque como país isso teria várias implicações” disse. FARIDA GULAMO disse por sua vez que a estratégia adoptada pelo sector da educação não leva em conta a inclusão de crianças com necessidades especiais e com deficiência. “A estratégia do uso das fichas de ensino não é inclusiva para crianças com deficiência por exemplo alunos e alunas estudantes com deficiência visual o braile) á estratégia do ensino via televisão telescola não é inclusivo para crianças com deficiência por exemplo alunos e alunas estudantes com deficiência auditiva (língua de sinais) e não interpretação de um ensino para crianças sem deficiência como têm acontecido. Temos o caso de crianças pobres e órfãs que não tem condições para comprar fichas não tem televisão, rádio, internet ou energia para poderem acompanhar às aulas”, reagiu Farida Gulamo. As organizações da sociedade civil recomendam que sejam preparadas e asseguradas as necessárias condições de prevenção nas escolas e instituições de ensino com base em regulamento e protocolo de medidas de segurança para as escolas onde se inclui o provimento de mecanismos de prevenção incluindo água. Os professores e gestores de escolas devem ser preparados e capacitados no contexto da COVID-19.[/su_members]

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