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“O serviço público depende da prestação de serviços de qualidade” – Vicente Joaquim 

O Secretário de Estado da Cidade de Maputo, Vicente Joaquim defende que a melhoria na prestação de serviços deve resultar da eficiência e eficácia nas instituições da Administração Pública, ou seja, o serviço público é dependente da prestação de serviços de qualidade.

O dirigente falava terça-feira (19), durante a cerimónia de graduação de 330 estudantes licenciados em Administração Pública bem como Mestrados Profissionais em Administração Pública, Relações Internacionais, Diplomacia e Relações Internacionais em Desenvolvimento. 

O Secretário de Estado disse que a profissionalização é um dos eixos centrais do programa de governação, apontando que a capacitação, formação e valorização dos funcionários que integram a função pública potencializam suas habilidades, competência e atitudes condizentes com as responsabilidades que devem assumir no exercício da função pública e na materialização do lema “o funcionário a servir cada vez melhor o cidadão”.

Joaquim aponta que o perfil do profissional actual deve estar voltado para o conhecimento do saber fazer, estar, pensar como principais ferramentas do trabalho. “A formação profissional é uma importante ferramenta de competências técnicas das quais as instituições devem fazer o seu melhor uso para melhor servir o cidadão”, acrescentou.

Por seu turno, o Reitor da Universidade Joaquim Chissano(UJC), José Magode, referiu que a política de desenvolvimento do país, orienta-se pela referência de melhoria crescente da qualidade de vida do cidadão e segundo a fonte é nesse sentido que o plano quinquenal do governo 2020-2024,  elegeu a boa governação como estratégia-chave para a redução da pobreza. “Por outro lado, identifica como  um dos pilares a  governação que tem em vista tornar a função pública num incentivador do desenvolvimento do capital humano e da economia nacional”.

Magode avançou ainda que a concretização desses objectivos passa pela profissionalização do funcionário do estado através da sua formação, capacitação “pois a profissionalização é um dos eixos centrais do programa de governação do país e aponta para a capacitação, formação e a valorização dos funcionários que integram a função pública visando potencializar as suas habilidades, competências e atitudes condizentes com as responsabilidades de assumir o exercício da função pública e na materialização do lema adoptado”.

O Reitor frisou que a construção de uma administração pública voltada para o cidadão, a melhoria da qualidade dos serviços públicos e o aperfeiçoamento das respostas administrativas oferecidas a sociedade requer funcionários e gestores com um perfil que se adequa a estes objectivos, que conduzam às grandes transformações necessárias nas diversas áreas da administração de forma corajosa e consequente”.

O interlocutor aponta que com a conclusão da formação os estudantes são dotados de qualidades e capacidades relacionadas com as práticas profissionais consentâneas cujo propósito é bem servir o cidadão sobre a liderança, coordenação, gestão, atitude para com a mudança, relacionamento humano, comunicação, capacidade de interpretar a legislação, a política e a estratégia do governo na  promoção do desenvolvimento.             

José Magode explicou ainda que os recém-graduados constituem a  essência daquilo que convencionou dominar de “área comum do aparelho de Estado” e a dimensão estratégica, política e inovadora que requer um conhecimento que supere o tecnicismo das práticas administrativas. Esse conjunto de exigências segundo o reitor pressupõe a capacidade de constante renovação de métodos e tecnologias organizacionais e a necessária criatividade e flexibilidade para o  ajustamento dos aparelhos administrativos ao processo de mudança.

Equima Luiz, recém-formada, prometeu servir ao povo moçambicano e mostrar o profissionalismo, ética e responsabilidade no sector de trabalho pois segundo suas palavras, fará diferente  para um novo Moçambique, levando a mensagem que foi transmitida dos docentes para o dia-a-dia e zero corrupção.

A recém-formada diz ter enfrentado vários desafios e o principal foi de ter vivido na província de Inhambane mas tinha que ir sempre à faculdade, “não foi fácil e a vontade de desistir não faltou mas tive forças, continuei até conseguiu concluir”.

Os graduados se comprometeram a servir a nação moçambicanas com afinco e destreza académica adquiridos na Universidade Joaquim Chissano Igualmente, comprometeram-se a respeitar sempre os princípios de igualdade, equidade e não descriminação, a respeitar os valores democráticos de liberdade e criação cultural e os direitos humanos na promoção do desenvolvimento económico, científico, social e cultural do país, da região, do continente e do mundo.

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