Hoje, 4 de Março de 2026, a Primeira-Dama, Gueta Selemane Chapo, dirige, na Cidade de Pemba, a cerimónia central que marca o início do Mês da Mulher. Participam neste importante evento as Ministras do Trabalho, Género e Acção Social e dos Combatentes, Ivete Alane e Nyeleti Mondlane, respectivamente.
Esta data coincide com o Dia do Destacamento Feminino, criado a 4 de Março de 1967, quando 25 jovens mulheres se incorporaram na luta pela independência. A sua coragem inspira-nos a olhar além da festa.
É verdade que Moçambique alcançou um dos maiores índices de representação feminina na África Austral – cerca de 43% dos lugares do Parlamento pertenceram, até 2024, a mulheres e, em 2022, registou-se paridade no Conselho de Ministros.
Também se registou uma redução da mortalidade materno-infantil, estimada em cerca de 400 mortes por 100 000 nascimentos em 2023.
Contudo, os desafios são profundos. As raparigas estão mais expostas a uniões prematuras, gravidezes precoces e longas distâncias para chegar às escolas, e a violência baseada no género persiste.
Por isso, o Mês da Mulher deve ser mais do que cerimónias. É preciso:
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