PIMO denuncia as rotas do dinheiro doado pelo FMI, Banco Mundial e EUA

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PIMO denuncia as rotas do dinheiro doado pelo FMI, Banco Mundial e EUA – O Partido independente de Moçambique – PIMO, através da sua página do facebook, reagiu ontem(01.03), a prisão de Bento Kangamba, deputado angolano procurado pela justiça daquele país e que foi tornado como fugitivo da justiça. Face a isso o PIMO, através do seu presidente reagiu e escreveu uma carta denunciando falcatruas do Governo da Frelimo e chamando atenção aos doadores do Orçamento do Estado Moçambicano para uma vigilância sobre o destino final do dinheiro pedido em nome do povo para benefícios obscuros.

Yaqub Sibindy, relata na carta em anexo neste artigo que “O povo moçambicano, vítima da corrupção crónica do regime da Frelimo, vem por intermédio desta, repudiar à carta do Governo corrupto da Frelimo dirigido por Sr Presidente Filipe Nyusi que acabou de solicitar ao FMI para retomar ao programa de financiamento do Orçamento do Estado moçambicano!

O PIMO, repudia a possível decisão do FMI, depois deste ter manifestado interesse em financiar Moçambique, mesmo na vigência da dívida oculta que aliás ainda não conheceu o seu desfecho, com mais de 17 arguidos dentre presos nacionais e internacionais.


Prisão do deputado angolano tem reação de Yaqub Sibindy – e mais…

EXMOS SENHORES,
DIRECÇÃO DO FMI E
BANCO MUNDIAL
Washington, EUA

Excelências!

O povo moçambicano, vítima da corrupção crónica do regime da Frelimo, vem por intermédio desta, repudiar à carta do Governo corrupto da Frelimo dirigido por Sr Presidente Filipe Nyusi que acabou de solicitar ao FMI para retomar ao programa de financiamento do Orçamento do Estado moçambicano!

De recordar perante V. Excias que em Moçambique, o actual Governo peticionário ao levantamento das sanções financeiras, ainda não manifestou o seu distanciamento com os outros camaradas da governação corrupta do anterior Governo que mergulharam o País na lixeira das Finanças Internacionais!

Queremos que os acontecimentos que estão a ocorrer no País irmão, a República de Angola, sejam tomados como exemplo positivo para as Instituições Financeiras Internacionais avaliarem o nível credível de combate à corrupção em Moçambique, pois, o actual Governo dirigido por MPLA, partido no poder que no passado organizou a agenda de roubar institucionalmente ao povo para construir à sua Burguesia Capitalista e, hoje o mesmo MPLA no poder, acaba de rasgar à lista dos ladrões, obrigando-os a devolver o dinheiro aos cofres do Estado ou, enfrentar à Justiça por crimes de roubos e desobediência aos órgãos da Administração da Justiça daquela Pérola do Atlântico!

Todos os partidos políticos da oposição não alinhados com o Governo Corrupto da Frelimo, assim como a Sociedade Civil em geral, aliados ao povo moçambicano, repudiam à governação arrogante do Filipe Nyusi – querendo este governo obrigar o povo a pagar as dívidas que não beneficiaram ao cidadão comum deste país, passando por processos de simular a estupidez colectiva da Sociedade moçambicana, procurando provar às Instituições Financeiras Internacionais que tudo em Moçambique já se retornou à NORMALIDADE, mesmo antes de destruir o ninho dos “marimbondos” – governantes seniores que se beneficiaram dos dinheiros da corrupção!

Em Moçambique, não existe à vontade política de corrigir os erros do anterior Governo e destruir o sistema inteiro da Governação corrupta da Frelimo, mas sim o esforço visivelmente visto aos olhos do público, é de que o actual Governo está a usar fundos da dívida calote para comprar a consciência da oposição corrompida de modo a tomar posse e beneficiar-se das mordomias previstas na oposição parlamentar, para daqui em diante promover discursos fingidos de inflamatórios contra o regime, mesmo com barriga cheia, somente para entreter o povo a aturar pacificamente o governo ilegal da Frelimo até às próximas eleições de 2023/4, fazendo o povo ajuizar que a oposição está a defender o povo, enquanto tudo funciona como um sistema de negócio do voto fraudulento bem organizado!

Para finalizar, mais uma vez, queremos chamar a atenção dos parceiros financeiros internacionais de que o Relatório da União Europeia sobre o último processo eleitoral, não pode ser confundido com uma Declaração de perdão aos ilícitos eleitorais detectados por aquela Organização Internacional, ao deixar que o regime ilegal saído destas eleições fraudulentas, retome às parcerias da Diplomacia Económica que tinham sido interrompidas por causa da prática da corrupção governamental!

Maputo, 01 Março de 2020!

Por :
Yá-qub Sibindy
Presidente do Partido PIMO e,
Presidente do Projecto do Governo Sombra – Governo de Fiscalização Governamental

CC: Países membros da Comunidade da União Europeia, Estados Unidos da América, CIP – Centro de Integridade Pública e, Parceiros do Financiamento do Orçamento do Estado moçambicano!

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Propriedade de Edições do Jornal Visão, Registado na República de Moçambique em Dezembro de 2016 no Gabinete de Informação, Instituição de Tutela sobre o sector da comunicações e radiodifusão com procedimentos dos ministérios da Justiça, Interior, Comércio e Indústria e dos Transportes e Comunicações. Publicações Semanais por PDF e diárias através do Website www.jornalvisaomoz.com. Notícias de Moçambique e do mundo na hora certa, com factos e argumentos fiáveis e credíveis.

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