PREVENÇÃO DO COVID-19: Irresponsabilidade de transportadores e fraca fiscalização periga vidas | Jornal Visão

PREVENÇÃO DO COVID-19: Irresponsabilidade de transportadores e fraca fiscalização periga vidas

PREVENÇÃO DO COVID-19: Irresponsabilidade de transportadores e fraca fiscalização periga vidas
PREVENÇÃO DO COVID-19: Irresponsabilidade de transportadores e fraca fiscalização periga vidas – A teoria de que Africano é duro, vai fazer muitos perecerem com a COVID-19.
Em Moçambique o Governo adptou e mandou publicar uma norma de obrigatoriedade de uso de máscaras feitas com capulana e com exclusividade para quem quiser aceder a um meio circulante de passageiros pago, exceptuando aos que usam viaturas particulares.

Dados Atualizados do Dia 18 de Abril de 2020 – FONTE – MISAU
Casos Positivos                               Casos RecuperadosPREVENÇÃO DO COVID-19: Irresponsabilidade de transportadores e fraca fiscalização periga vidas
PREVENÇÃO DO COVID-19: Irresponsabilidade de transportadores e fraca fiscalização periga vidas
Casos Negativos         PREVENÇÃO DO COVID-19: Irresponsabilidade de transportadores e fraca fiscalização periga vidas
Pessoas Testadas

PREVENÇÃO DO COVID-19: Irresponsabilidade de transportadores e fraca fiscalização periga vidas

Diante desta realidade o Jornal Visão, que faz um Jornalismo Social e Responsável analisou as medidas impostas que certamente visam diminuir o risco de contágio pelo vírus da pandemia que já levou milhares para o subsolo noutros cantos do mundo, e constatou:
 
1 – SE a OMS explioca que doença pode espalhar-se de pessoa para pessoa através de pequenas gotículas que se espalham saindo do nariz ou da boca quando uma pessoa com COVID-19, tosse, expira, fala ou canta sendo que essas gotículas pousam em objectos e superfície em volta da pessoa, os meios de transportes urbanos de Maputo, não são desinfetados e segundo constatação feita no terreno os automobilistas e cidadãos só tem medo da polícia quando esta manda o chapa parar, logo há irresponsabilidade dividida;
 
2 – A superlotação dos meios de transportes continua ou seja, os automobilistas continuam a fazer o serviço de transporte de passageiros como se nada estivesse acontecendo, *niguém está lá para fiscalizar*;
 
3 – Os automobilistas não tem pelo menos álcool que assegure a desinfecçãos dos suportes para entrar no veículo e todos tocam aquelas superfícies sem o maior controle(embora não exista alternativa);
 
4 – O factor negócio que afecta o país pode aumentar o alastramento da deonça pois a maioria das pessoas usam máscaras e tocam em moedas e ou notas de dinheiro que se trocam de mão em mão daí o perigo;
 
5 – Se os automobilistas realmente estão a cumprir com esta medida precisam junto de seus cobradores serem mais responsáveis ao não permitir que alguém entre no transporte sem nenhuma máscara e sem desinfectar as mãos(deve ter álcool ou desinfetante);
 
6 – As paragens como sempre, embora sejam lugares de maior aglomeração, não estão regradas, pessoas circulam de lado para o outro e porque ninguém é obrigado a usar a máscara por ali, as gotículas invisíveis estão em maior quantidade e pessoas podem já estar a passar o vírus pela população toda.
 
7 – A última constatação feita, é que ainda continua aquela sardinha que se fazia para se tomar o chapa nas horas de ponta e naquela aguerida e calorosa briga por um lugar no “chapa 100”, constitui um perigo.
PREVENÇÃO DO COVID-19: Irresponsabilidade de transportadores e fraca fiscalização periga vidasNOBA BEM: Apenas os transportes semi-colectivos que partem de grandes terminais recorrentemente tem tido assistência para a desifecção das mãos dos passageiros e autocarros.
 
As responsabilidades estão divididas entre:
 
EM PRIMEIRO LUGAR: o cidadão precisa respeitar sua saúde e consequentemente a vida, evitando comportamentos de risco;
 
EM SEGUNDO LUGAR: o automobilista precisa reforçar as medidas de prevenção, sendo rígido em colaboração com o cobrador e nunca colocar o dinheiro na dianteira antes da sua saúde;
 
EM TERCEIRO E ÚLTIMO LUGAR: as autoridades da lei e ordem precisam ser rígidas na fiscalização para o cumprimento à risca das medidas já anunciadas. Ademais, as organizações da sociedade civil, devem ser um veículo catalisador de informação útil nas comunidades sobretudo sensibilizando sobre as boas práticas do manuseio das máscaras. O MISAU em contrapartida precisa fiscalizar as máscaras que são vendidas nas ruas, pois a busca por dinheiro pode precipitar alguns indivíduos a desviarem-se do indicado para sabotar o esforço do Governo e dos que respeitam a vida, o maior valor.
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