PRM poderá mudar de “nome” nos próximos dias

PRM poderá mudar de "nome" nos próximos dias

PRM poderá mudar de “nome” nos próximos dias – Face à pandemia da covid-19 e aos movimentos violentos que a Polícia da República de Moçambique está a engendrar contra cidadãos e não só poderá ganhar nome popular e será por…(continue)

[su_members message=”Este conteúdo é apenas para usuários registados. Por favor subscreva e tenha acesso a toda notícia por aqui %login%.” color=”#0084cf” login_url=”https://jornalvisaomoz.com/produto/seja-assinante-para-ter-acesso-a-todas-noticias/”]A Polícia da República de Moçambique perdeu o respeito desde a famosa farda Cinzenta Verde que acabou levando o nome da primeira cor como identidade e forma de se dizer que a corporação não merece respeito. Em apenas 75 dias do Estado de Emergência são incontáveis os crimes de violação dos direitos humanos perpetrados pela corporação e sem precedentes que justifiquem tais actos. Após a detenção na última semana de 4 jornalistas dois dos quais por fazerem seu trabalho em Inhambane e outros por uma suposta corrupção, para além dos detidos no início do ano e outros assassinados, começa-se a pensar que mudar de nome poderá ser a nova forma dos cidadãos vingarem-se pelos maus tratos. Face à pandemia da covid-19 que assola Moçambique e que já contabilizam-se mais de seis centenas de infectados e uma centena e meia de recuperados, há várias razões para que não se diga que a corporação está a fazer o contrário(garantir a ordem, segurança e tranquilidade públicas), saindo para agressão em qualquer situação. Se a população começar a perder a paciência tal como a polícia tem perdido nos últimos dias, não teremos uma guerra social? O MISA Moçambique através da delegação provincial de Inhambane repudiou em comunicado a acção perpetrada pela polícia que violentamente levou colaboradores da VTV numa viatura Mahindra em condições desumanas e amolestamento, bem como intimidação daquele órgão de informação, só porque os profissionais de comunicação captaram imagens de um acidente de viação e assim a corporação entendeu que devia mandá-los apagar e castigá-los.[/su_members]

LEIA TODO COMUNICADO[su_expand more_text=”Continuar a ler” less_text=”Mostrar menos” link_color=”#0189d3″ link_style=”button”]Polícia detém e confisca material de jornalistas em Vilankulo Dois Jornalistas da estação on-line Vilankulo Televisão (VTV) viram o seu material de trabalho confiscado, na última Sexta-feira, 12 de Junho de 2020, por uma brigada da Polícia da República de Moçambique, naquele distrito, na altura liderada pelo respectivo chefe das operações, Malotel Muchine. O incidente, tal como apurou no local o Núcleo provincial do MISA Moçambique em Inhambane, envolveu os jornalistas Paulino Vilankulo e Yassin Vilankulo, que na altura reportavam um acidente de viação que acontecera naquele momento. Os Jornalistas foram detidos e levados por uma viatura de Marca Mahindra para o Comando Distrital, por ordens do chefe das operações, para onde foram molestados e obrigados a apagar todas as imagens e gravações que continham nos aparelhos. Os jornalistas suspeitam que a polícia já estivesse à procura de uma oportunidade para os deter, tendo em conta que aquela televisão nunca foi bem vista pela polícia, desde que iniciou as emissões. O patrono da VTV, Yassin Amugy, empresário local, conta que foi um momento aterrorizante para os seus colaboradores, pelo tratamento violento com que foram sujeitos. Para Amugy, que deplora o sucedido, a violência a que os seus repórteres foram submetidos teria sido evitada se o Comandante, Chefe das operações e outros membros da PRM, que conheciam a proveniência daquela equipa de jornalistas, optassem pela solicitação de possíveis esclarecimentos aos Jornalistas, caso fosse necessário. Yassin Amugy lamenta o sucedido, afirmando que sempre tratou a PRM, como entidade parceira. O comandante distrital da PRM em Vilankulo, Carlos Nhaca, disse reconhecer o erro cometido pelos seus Homens. Contudo, minimizou o sucedido alegando que em todo processo de trabalho há falhas. No caso vertente, segundo ele, foi o que sucedeu, pedindo a compreensão da parte lesada. E negou que os agentes tenham recorrido à violência. Face ao sucedido o MISA Moçambique condena com veemência o comportamento da PRM e pela às autoridades policiais para investigarem e responsabilizarem os autores pelos maus tratos, confiscação e destruição dos materiais jornalísticos em causa.[/su_expand]

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