AUTARQUIA PREOCUPADA COM A RAIVA

AUTARQUIA PREOCUPADA COM A RAIVA

AUTARQUIA PREOCUPADA COM A RAIVA – O dia mundial da raiva observa-se a 28 de Setembro de cada ano. Esta data é uma iniciativa da Aliança para o Controlo da Raiva com o apoio da Organização Mundial da Saúde(OMS).

A primeira celebração ocorreu em 2007. Desta feita, a Direcção Provincial da Agricultura e Segurança Alimentar em parceria com a Autarquia da Cidade de Maputo, realizou na última sexta-feira(27) uma palestra alusiva as comemorações do Dia Mundial Contra Raiva, de forma a sensibilizar os proprietários de cães a submeterem seus animais a assistência veterinária para evitarem que haja mordeduras e lesões de pessoas por estes animais transmissores da Raiva.

Na ocasião Helder Muando Director do Campo Municipal da cidade de Maputo disse que a criança as principais vítima de lesões e mordeduras de cães, uma vez que a autarquia, aprovou recentemente o plano de Desenvolvimento Municipal onde inclui o Plano de Governação para o Quinquénio 2019-2023 que apresenta as principais linhas de acção para operacionalização dos compromissos assumidos pelo Ministério da Saúde.

Muando acrescenta que no ano em curso duas pessoas foram mordidas e acabaram morrendo devido a raiva e que nos últimos foram cerca de 1500 casos de mordeduras caninas.

Lúcia Luciano representante da Direcção da Agricultura e Segurança Alimentar, afirma que o MASA capacitou um grupo para trabalhar nas medidas de vacinação destes animais sobretudo no combate a raiva canina. Lúcia aponta que em 2018 foram registados 3000 casos de mordeduras a nível da cidade de Maputo e todavia apela aos proprietários destes animais a submete-los a vacinação.

Neste momento o Governo da Província de Maputo está a promover a vacinação de cães com o propósito de eliminar a raiva, uma doença letal transmitida de animais ao ser humano. A informação foi confirmada esta segunda-feira, pela directora provincial de Saúde de Maputo, Iolanda Santos Tchamo, no distrito de Marracuene, quando falava em representação do Governador Raimundo Maico Diomba, durante as cerimónias provinciais de celebração do dia 28 de Setembro, Dia Mundial da Raiva, este ano celebrado sob o lema “Raiva: Vacinar para Eliminar”.

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Informação foi tornada pública esta segunda-feira (30.09) na página do Facebook deste órgão e aponta que na província de Maputo, a população canina é estimada em 34 mil, 518 dos quais já foi vacinada este ano 24 mil e 566, o que corresponde a 71 porcento de cobertura.

A informação refere ainda que a meta é vacinar todos animais existentes nas casas e eliminar a presença de cães sem dono nas ruas e nas comunidades.

Durante o presente ano de 2019, foram registados na Província de Maputo, 1195 casos de mordeduras canina, com zero óbito, contra 1073 casos de mordedura e oito óbitos devido a raiva durante o ano de 2018. No presente ano, o Distrito de Marracuene registou 283 casos de mordedura, com zero óbito, contra 151 casos de mordedura e quatro óbitos devido a raiva no igual período de 2018.

CAMPANHA ELEITORAL EM MAPUTO: CIDADÃOS EXIGEM MUDANÇAS EM TODAS ÁREAS DOS SERVIÇOS SOCIAIS

 

Munícipes de Maputo cidade revelam que os candidatos aos cargos presidenciais devem trazer mudanças acima de tudo quando o assunto é transporte e transitabilidade.

Nos últimos anos o maior problema da capital revê-se no assunto transporte de e para, o que tira sono a todo cidadão eleitor. Nesta fase de caça ao voto os munícipes exigem que todos partidos acima de qualquer promessa que existam mudanças concretas no tocante a infraestruturas sociais e ao fornecimento de serviços públicos diversos.

Para o caso de Romão Sitóe a melhoria de estradas e vias de acesso, escolas e hospitais são motivo primordial para depositar voto num ou noutro candidato. “Justiça, transparência, honestidade e oportunidades de emprego para os jovens é o que se espera dos candidatos nestas eleições”, afirma o interlocutor João Cossa também residente num dos bairros da cidade de Maputo.

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Davido Orvalho diz que há muitos problemas que gostaria que fossem resolvidos como é o caso da escassez de medicamentos nos hospitais, melhores escolas, “pois há crianças que até hoje estudam debaixo de árvores por falta de salas de aulas e carteiras… que diminuam também o preço de compra de energia eléctrica”, revela Davido.

Orvalho acrescenta que os candidatos devem colocar a mão na massa “porque qualquer um pode prometer mas o problema é no cumprir”, lamenta.

Rosália Mathusse vendedeira ambulante diz que não vê vantagem em votar porque sente-se ameaçada em vender na rua por falta de mercado.

Para Adelaide Simião, nada mudou nos últimos 10 anos por isso não há motivo de votar.

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