IMD PROMOVE FEIRA DE MANIFESTOS ELEITORAIS

IMD PROMOVE FEIRA DE MANIFESTOS ELEITORAIS

No decurso da campanha eleitoral e consequente realização do escrutínio no dia 15 de Outubro, o Instituto para Democracia Multipartidária (IMD) organizou no dia (03) do mês em curso, a feira de Manifestos Eleitorais com objectivo de reflectir em torno da agenda dos partidos políticos que concorrem as presidenciais, legislativas e provinciais com a sociedade civil, estudantes e potenciais eleitores.

Dércio Alfazema representante do Instituto para Democracia Multipartidária, avançou que esta actividade é uma forma de promoção do diálogo entre os partidos políticos e que eles possam mostrar a sua forma de governação e trazer alternativas e propostas para que o cidadão possa fazer um voto consciente e estar apar daquilo que espera do seu partido caso for a vencer as eleições.

Para Esmeralda Mutemba representante do partido FRELIMO, que falava no painel da Liga Feminina, o seu partido privilegia mais a igualdade de Género no seu manifesto e coloca o idoso, a criança e os jovens em primeiro lugar. A Liga Feminina da FRELIMO refere que também vai criar condições para dar subsídio ao idoso, o que já acontece embora em situações não satisfatórias aos beneficiários.

O partido Nova Democracia representado por Quitéria Guirengane salientou que as mulheres devem aceder aos lugares de liderança incluindo nas mulheres jovens considerando as idosas, urbanas, rurais, havendo descriminação positiva para a resolução do problemas da desigualdades que já vem por muito tempo e que elas sejam inclusas nos diferentes programas e é necessário recuperar o cordão umbilical que liga o parlamento a Assembleia da Republica com a sociedade.

A representante da Sociedade Civil Dalva Manga mostrou-se indignada com os manifestos dos partidos políticos alegando que estiveram interessados em repetir o que já vinham fazendo nos anos passados, não dizendo o que vão fazer, e ignorando as preocupações das mulheres Rurais.

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“É a Frelimo que deu independência ao país e está no poder a governar por quarenta anos e sempre no manifesto pugna pela continuidade e renovação, pensando aquilo que fez se não esquecer o que se faz e tentar fazer melhor e temos como compromisso, a geração de emprego, desenvolvimento de capital humano, produtividade e competitividade forçando o reforço ao combate a corrupção” frisou Caifadine Manasse Porta-voz da Frelimo

Por outro lado Sónia Mboa do MDM apontou que as ideias do seu partido político são facilmente percetíveis pelo eleitorado, afirmando que dentro do seu partido tem uma participação positiva no que diz respeito principalmente as mulheres enaltecendo o valor delas.

A Renamo na voz do Venâncio Mondlane não poupou as forças dizendo que nos últimos 5 anos de governação Moçambique passou de um país hibrido para autoritário porque existe um governo que tudo faz e desfaz.

Ainda neste âmbito Venâncio Mondlane acrescentou que do ponto de vista da estabilidade como país só pode proporcionar bem-estar a população quando o país produz, gera receitas, divisas, nos últimos três anos o país encerrou por falência 2900 empresas e é um estado muito preocupante e o seu partido quer trazer luz a todos cidadãos fazendo uma campanha limpa e clara trazendo uma visão ampla e que ninguém vai pagar a divida pública.

Hermínio Sumaila do partido da Acção de Movimento Unido para a Salvação (AMUSI) no mesmo evento disse que não basta só dizer que vai dar emprego a todos antes tem que se olhar para o estado actual do país e eles como novo partido no seu manifesto vem com três estágios essenciais, político, económico, social para evolução de uma nação, e é necessário estar num país onde todos têm a liberdade de tomada de decisão.

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Ainda no seu discurso o representante do AMUSI acrescentou que é preciso de um estado Moçambique onde há livre actuação dos partidos políticos para manter e assegurar o sistema político da democracia partidária, representativo, participativo e que já esse ano as eleições justas, livres e transparentes e seu partido vai garantir isso.

“São governantas, partidos políticos que dizem nos estão ligados aos povos mas a realidade os mesmos la no íntimo dizem querem comer, destruir a população e nos como partido da salvação para trazer o que é o desenvolvimento sustentáveis do povo moçambicano”, afirmou Hermínio Sumaila.

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