Japão solidariza-se com as vítimas dos desastres naturais em Moçambique

A Embaixada de Japão realizou na manhã da última
segunda-feira, a entrega de donativos ao Instituto Nacional de Gestão de
Calamidades, (INGC), com vista a solidarizar-se pelas vítimas afectadas pelas
chuvas que se fizeram sentir no país e destruíram várias infra-estruturas,
dentre elas escolas, centros de saúde e deixou inúmeros cidadãos em condições
precárias.
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Por: MANUEL HENRIQUE

Faceesta situação, o governo de japão sentiu-se
sensibilizado pelo actual cenário de calamidades em Moçambique, pelo que
manifestou sentimentos de pesar a estas famílias “Em nome do governo do Japão e em meu nome pessoal, gostaria de
manifestar sentimentos de pesar e solidariedade àsvítimas das enxurradas que
assolam o país recentemente,
disse Toshio Ikeda Embaixador do Japão em
representação ao seu país.
Ainda na sua auscultação, Toshio Ikeda, prosseguiu
dizendo:compreende-mosperfeitamente a
dificuldade que Moçambique enfrenta neste momento, porque o Japão também sofre
de calamidades naturais pelo que atendendo a solicitação do governo de
Moçambique, o governo de japão decidiu conceder a assistência humanitária de
caracter de emergência de modo a doar materiais de apoio para as vítimas desalojadas,
concluiu.
No Centro Operativo de Emergência, (CENOE)
foramentregues donativos constituídos por setecentos e cinquenta mantas para o
apoio de duzentas e cinquenta famílias, o mesmo número de esteiras também para
o benefício de duzentas e cinquenta famílias, tendas e purificadores de água.
João Machatine, Director geral da INGC, disse a
imprensa que o apoio anunciado pela embaixada de Japão demostra a sensibilidade
daquele povo para com as vítimas dos desastres naturais.
Machatine, disse ainda que de imediato será feito a
distribuição destes materiais de apoio de emergência nas zonas onde carecem
dificuldades na assistência.
As chuvas e ventos fortes que se fazem sentir desde
outubro do ano passado até agora, foram cento e cinquenta mil pessoas afectadas
e houve destruição parcialde quatorze mil e quatrocentas salas de aulas,
destruição total de sete mil e trezentas casas, destruição de dezassete
unidades sanitárias, estes fenómenos afetaram dezanove mil agricultores e fez o
número de sessenta e um óbitos dos quais vinte e dois por descargas eléctricas.

De salientar que o material doado está avaliado em um
valor de cento e cinquenta mil dólares norte americanos e não é a primeira vez
que o povo de Japão apoia Moçambique em resposta a estes problemas climáticos,
lembrar que quando na zona norte do país concretamente nas províncias de Cabo
Delegado, Quelimane e Niassa no início deste ano, teve uma depressão tropical a
ajuda daquele país asiático foi imediata.
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