REPORTAGEM: Confunde-se religião Muçulmana com terrorismo em Moçambique

Hoje em dia o Islamismo é citado como religião que ensina o terrorismo, jsso deve-se segundo nossos entrevistados  a forma de vestir dos muçulmanos  porque  os grandes movimentos terroristas  identificam-se com esses ideais.

Toda a religião têm seus pilares que se fundamenta  e com base nesses pilares  algumas pessoas  podem instrumentalizar um deles que compõem a tal religião,  significando que o Islamismo  não preconiza  violência  nem o extremismo  mas alguns cidadãos radicalizam-se desses pilares para praticar o extremismo.

Segundo Antonio Bernardo Mabecuane, Filósofo, a religião Islâmica deve ser seguida estritamente  porque pegando o alcorão  que é a base bíblica dele…

A fonte explica  que para ser combatido  deve-se  decidir ouvir o outro para poder perceber melhor sobre os pensamentos e ideias dele.

Em relação a discriminação em Moçambique, o Filósofo explica que existe para qualquer religião, ideia, partido político,  mas em relação a religião islâmica é por ser proferida pela minoria dos moçambicanos  pois causa muitos muitos preconceitos.

O filósofo Mungoi convida a todos nesse momento a atentar-se a agenda política em Moçambique, de reconciliação, busca de paz, a dar uma  contribuição em como combater a descriminação mas também deve tentar aliar-se a justiça e a liberdade.

Depois do terrorismo psicológico aliado aos muçulmanos pasamos a pequena explanação sobre o que explica o momento conturbado que se vive em Moçambique em detrimento da diversidade da prática de religião.

SERÁ  QUE O CUSTO DE VIDA É MOTIVO  DA EXISTÊNCIA DE MUITAS IGREJAS?

A banalização,  do advento do cristianismo  entrou como religião focado em alguns objectivos  obscuros  que era da colonização.  O que indica que  as pessoas foram se tornando religiosas para estar nesse seguimento,  não tinham em vista a salvação  e sim a colonização  então com o desenvolvimento  das épocas  as pessoas têm mais conhecimento,  estudos sobre  o que é a religião cristã,  o que preconizava. Aquando do seu advento, as pessoas acabam parecendo que a  mensagem de salvação era algo instrumental  em que no fundo havia uma clara posição  da escravatura  e por um lado  é um dos motivos da banalização  e com as dificuldades  da época,  crises financeiras  em todas as áreas  faz com que os cidadãos não pensem duas ou três vezes  para matar o próximo, o que leva-lhes a abraçar  outro tipo de religião  e acaba dando espaço  para que surjam outras formas de religião  que parecem dar respostas imediatas  pois  é oque  o ser humano quer. Essas religiões  entram com estas propostas sendo que cristianismo  promete a boa vida  após morte  acabando assim  as pessoas em desacreditar dessa perspectiva.

” As pessoas  não sabem o que é Baptismo,  algumas são Baptizadas porque nasceram dentro da religião,  os pais , antecedentes ou antepassados são de uma certa religião  e  isso acaba criando abandono nas igrejas. Então  se o  baptismo é entendido como um sacramento, jurando servir aqueles mandamentos e abandonar os sacramentos que outrora jurou mostra que a pessoa não sabe o que aceitou e quando começa a ter a luz do esclarecimento  opta em abandonar”, referiu Antonio Mabecuane.

Mabecuane diz que a pretensão da liberdade religiosa  é um dos motivos dos conflitos  que se vivem porque quando se fala de termo liberdade  há uma  compreensão  muito erónia pois entende-se que liberdade é fazer aquilo que a pessoa  quer.

Segundo relato de Adelina Coveque, munícipe e praticante da religião,  o facto de existir muitas igrejas ou profetas  não é motivo da banalização das igrejas.  “A religião cristã em algum momento tem certos significados, por exemplo, a igreja Católica tem muitos crentes e são batizados  e no final  acabam abandonando  porque  a forma como  se usa a palavra  não tem a desejar  pois os próprios pregadores da palavra ( Padres)   não cumprem com os mandamentos , envolvem se com irmãs, usa-se remédio tradicional e quando os crentes descobrem acabam abandonado”, relata.

Nélio Mungoi, relata que o tempo fez com que houvesse um desgaste da religião cristã e que ela foi se evoluindo e tomasse algumas alterações metamorfoses.

Mungoi frisou que a juventude moçambicana é muito forte  para qualquer coisa. “É muito susceptível, até um certo tempo no país existiam muitos adeptos  num certo clube Europeu Espanhol mas com a mudança  de um jogador para o outro  a juventude moçambicana também começou a mudar e isso mostra que ela tem uma grande capacidade de mudar, como é o caso das últimas autárquicas. “Grande parte da juventude moçambicana  tinha uma tendência de votar para um outro partido político  e causar o terrorismo político eleitoral e as novas igrejas são apenas uma tendência e quando  a pessoa  segue a tende mais tarde a descobrir que  que não é aquilo que quer e acaba também abandonando” Finalizou Mundoi.

A reportagem continua

Edição 104 – 14 de Fevereiro 2020
749

Comente aqui

Fechar

Capa da Semana

Fresquinha e Quente está a edição número 105

Anuncie aqui – 872007240

PUBLICIDADE E ANÚNCIOS
PUBLICIDADE E ANÚNCIOS
%d blogueiros gostam disto: