SOCIEDADE NOVO MOÇAMBIQUE entrega proposta para aquisição de kits de COVID-19 a Presidência da República

SOCIEDADE NOVO MOÇAMBIQUE entrega proposta para aquisição de kits de COVID-19 a Presidência da República

SOCIEDADE NOVO MOÇAMBIQUE entrega proposta para aquisição de kits de COVID-19 a Presidência da República

A Sociedade Novo Moçambique, representada por Yaqub Sibindy, procedeu nesta quarta-feira(01.04), em Maputo a entrega de uma proposta para aquisição de material para testes de COVID-19, Máscaras comuns, mascaras medicinais a Presidência da República de Moçambique.
O documento ora entregue pelo PIMO expressa a inteira colaboração no âmbito do apelo feito pelo chefe de Estado para participação de todas forças vivas da sociedade moçambicana sem olhar para distinção de cor partidária, raça ou etnia para mitigação e prevenção da pandemia do novo Coronavírus.
A Sociedade Novo Moçambique expressa na carta dirigida ao Chefe de Estado Moçambicano Filipe Jacinto Nyusi que a iniciativa da proposta tem suporte nos apoios internacionais que a agremiação recebe estando o material quantificado em 100.000 Unidades de testes de Coronavírus, 1 milhão de máscaras KN95 e 2 milhões de máscaras simples.
O Novo Moçambique é uma sociedade privada propriedade dos combatentes da Luta de Libertação Nacional, que deixa a responsabilidade da tramitação dos passos subsequentes para aquisição do material com o Estado Moçambicano.
Moçambique registou até ao dia 02 de Abril 10 casos positivos do novo Coronavírus.
Com este apoio da Sociedade Novo Moçambique, o país poderá ter capacidade de testagem para mais de 100 mil cidadãos.
Segundo relatou a DW no início desta semana, o Confinamento social pode evitar morte de 65 mil moçambicanos.
Cumprir as medidas de prevenção contra a Covid-19 é crucial, conclui um estudo realizado antes do início do estado de emergência. Se o contacto social não diminuir, até 65 mil moçambicanos poderão morrer da doença.
A equipa de resposta à Covid-19 do Imperial College, em Londres, publicou um relatório na semana passada que conclui que “acções rápidas, decisivas e colectivas podem salvar milhões de vidas” durante o combate ao novo coronavírus.
A equipa chefiada pelo professor Neil Ferguson realiza modelos sofisticados sobre a progressão da pandemia de Covid-19 e construiu um modelo baseado na redução do contacto social. O estudo demonstrou que, se os governos impuserem restrições rígidas, os números de mortes e de infecções por coronavírus serão bastante mais baixos do que se nada for feito. Se nenhum governo agir, mais de 7 mil milhões de pessoas em todo o mundo serão infectadas e 41 milhões morrerão.
O estudo citado pela DW mostra que o modelo de Ferguson revela números alarmantes para Moçambique. Se o Executivo não fizesse nada para limitar o contacto social – ou se as medidas implementadas não forem cumpridas – entre 61 e 65 mil moçambicanos podem morrer de Covid-19.
O estudo mostra ainda que 94% da população de Moçambicana poderá ficar infectada com o novo coronavírus e que, no pico, 190 mil pacientes vão precisar de camas hospitalares, dos quais 32 mil vão precisar de cuidados críticos. Estes números ultrapassam largamente a capacidade dos serviços de saúde do país.
Por isso que a Sociedade Novo Moçambique junta-se aos esforços do governo moçambicano para reduzir o caos que pode advir também da falta de material para testagem e prevenção.
O material ora descrito pelo Novo Moçambique espelha quantidades que podem significativamente reduzir a dependência na testagem, na prevenção da pandemia do novo Coronavírus. Moçambique continua primando pela prevenção da doença, sendo que nas últimas 48 horas 2 cidadãos acusaram positivo nos testes feitos na África do sul país vizinho que teve seu primeiro caso a 05 de Março último.

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Edição 106 – 20 de Março 2020
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