Intervenção inclui tapamento de buracos, limpeza do sistema de drenagem e recilagem do pavimento em três zonas consideradas críticas. Delegado da ANE alerta para o descarte de lixo nas valetas, apontado como uma das causas da degradação da estrada.
A Administração Nacional de Estradas (ANE) investiu cerca de 60 milhões de meticais em obras de emergência destinadas à reabilitação da Estrada Nacional Número Um (EN1), no troço compreendido entre Missão Roque e Zimpeto. A intervenção visa melhorar a circulação rodoviária, reduzir os congestionamentos e aumentar a segurança dos utentes.
As obras contemplam, sobretudo, o tapamento de buracos, a limpeza do sistema de drenagem, a recilagem do pavimento, bem como a reabilitação de valetas e outros dispositivos de escoamento das águas pluviais.
A informação foi avançada pelo delegado provincial da ANE em Maputo, Dady Novelo, durante uma visita de inspeção às obras executadas pela empresa JJR Construções. Segundo o responsável, o nível de execução física dos trabalhos atingiu cerca de 80%, estando prevista a conclusão das intervenções nas três zonas críticas dentro dos próximos 15 dias.
“Estamos a realizar obras de emergência que consistem, fundamentalmente, no tapamento de buracos e na limpeza do sistema de drenagem. Verificámos que, em vários pontos, as águas provenientes de áreas residenciais inundadas têm arrastado os solos, provocando danos na estrada. Estes três troços foram considerados críticos ao longo da EN1”, explicou Dady Novelo.
Durante a visita, o delegado destacou ainda que uma das principais dificuldades enfrentadas pela ANE está relacionada com o descarte inadequado de resíduos sólidos nas valetas, situação que compromete o funcionamento do sistema de drenagem e acelera a degradação da infraestrutura.
“Constatámos que parte da população continua a depositar lixo nas valetas. Se não houver maior sensibilização e mudança de comportamento, continuaremos a enfrentar os mesmos problemas, mesmo após a conclusão destas obras”, alertou.
A ANE considera que a manutenção das infraestruturas rodoviárias depende não apenas dos investimentos públicos, mas também da colaboração das comunidades na preservação dos sistemas de drenagem, essenciais para garantir a durabilidade da estrada e minimizar os impactos das chuvas
Moradores do distrito de Cheringoma consideram que Moçambique ainda não reúne condições técnicas, legais e…
O Banco Letshego inaugurou oficialmente, no passado dia 3 de Julho, o seu novo Balcão…
O Primeiro Secretário do Comité Provincial de Maputo do Partido FRELIMO, Carlos Zavala, efetuou uma…
O activista e político Artimiza Magaia afirmou, através de uma publicação na sua página oficial…
Com esta decisão, espera-se que a empresa volte a operar com total legalidade e legitimidade.Ainda…
Já está disponível a mais recente edição do Jornal Visão Moçambique, trazendo aos leitores uma…
This website uses cookies.