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CIMENTOS DE MOÇAMBIQUE COMISSIONA DOIS FORNOS E REFORÇA CAPACIDADE INDUSTRIAL

Novas unidades de clínquer no Dondo e na Matola somam capacidade de 5.000 toneladas por dia e reforçam o abastecimento das regiões Centro e Sul do país

A Cimentos de Moçambique (CM) iniciou o comissionamento de dois fornos de clínquer, com uma capacidade combinada de 5.000 toneladas por dia, num movimento que reforça a capacidade industrial da empresa e a segurança de abastecimento do mercado nacional.

Os dois marcos foram registados nos dias 25 e 26 de Agosto, com o início do comissionamento de um novo forno de clínquer na fábrica do Dondo, província de Sofala, e o regresso à operação do forno reabilitado da unidade industrial da Matola.

No Dondo, o novo forno de clínquer possui uma capacidade de 3.000 toneladas por dia, aumentando significativamente a dimensão industrial da fábrica e reforçando a capacidade de produção da empresa para abastecer a região Centro.

A nova capacidade deverá igualmente permitir à Cimentos de Moçambique responder ao crescimento futuro do mercado e às necessidades associadas aos grandes projectos de infraestruturas.

Na Matola, o comissionamento realizado a 26 de Agosto marcou o regresso à operação do forno de clínquer reabilitado, com capacidade de 2.000 toneladas por dia.

A recuperação desta capacidade representa um reforço da autonomia industrial da unidade da Matola e contribui para aumentar a segurança de abastecimento da região Sul.

Capacidade industrial reforçada nas três regiões

Os dois investimentos representam um avanço na estratégia industrial da Cimentos de Moçambique, que passa a contar com uma plataforma produtiva reforçada e distribuída pelas três principais regiões do país.

Com o novo forno do Dondo, a recuperação da capacidade da Matola e a capacidade industrial instalada em Nacala, a empresa consolida a sua presença produtiva no Sul, Centro e Norte de Moçambique.

Esta distribuição combina maior escala industrial com proximidade aos principais mercados consumidores e contribui para uma maior segurança no abastecimento de cimento no território nacional.

Produção local de clínquer reduz dependência de importações

No Dondo, o reforço da capacidade de produção local de clínquer representa também uma mudança com impacto económico.

A produção nacional permitirá à Cimentos de Moçambique eliminar a necessidade de importação de clínquer, reduzindo a pressão sobre as divisas utilizadas para a aquisição deste insumo no exterior.

A medida poderá ainda contribuir para a geração de mais empregos locais, o aumento da actividade mineira e uma maior transformação dos recursos naturais existentes no país.

Ao mesmo tempo, o aumento da produção local de clínquer reforça a capacidade da empresa de responder ao mercado nacional através de uma maior produção de cimento.

Trata-se, por isso, de um investimento que ultrapassa a dimensão exclusivamente industrial e se relaciona directamente com a estratégia de industrialização, aproveitamento dos recursos nacionais e criação de valor dentro da economia moçambicana.

Mais de 100 anos de actividade em Moçambique

Com mais de 100 anos de presença em Moçambique, a Cimentos de Moçambique continua a expandir e modernizar a sua base industrial.

A empresa reafirma, através destes investimentos, o seu compromisso com a industrialização de Moçambique, o desenvolvimento das infraestruturas e a criação de valor para a economia nacional.

A expansão da capacidade produtiva ocorre num contexto em que o sector de materiais de construção desempenha um papel estratégico no desenvolvimento de infraestruturas, habitação e projectos económicos.

Sobre a Cimentos de Moçambique

A Cimentos de Moçambique iniciou as suas actividades em 1924 e possui actualmente unidades industriais na Matola, Dondo e Nacala, garantindo presença produtiva nas regiões Sul, Centro e Norte do país.

A empresa é membro do Grupo Huaxin, um dos principais grupos internacionais da indústria de materiais de construção.

Com o reforço das unidades do Dondo e da Matola, a Cimentos de Moçambique amplia a sua capacidade de produção de clínquer e consolida uma plataforma industrial nacional orientada para maior autonomia produtiva, segurança de abastecimento e aproveitamento dos recursos disponíveis no país.

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