Um elefante destruiu completamente uma viatura da marca Mitsubishi Pajero, com chapa de inscrição AGM 994 CM, quando esta atravessava a Reserva Nacional de Maputo, no distrito de Matutuíne, província de Maputo. O incidente ocorreu quando o veículo seguia em direção à Ponta do Ouro, uma das zonas turísticas mais procuradas do sul do país.
De acordo com informações tornadas públicas pela Moçambique Bio, entidade responsável pela gestão da área de conservação, e citadas pelo Jornal Visão Moçambique, o animal terá investido contra a viatura, provocando a sua destruição total.
“A viatura encontrava-se em trânsito normal dentro da reserva, a caminho da Ponta do Ouro, quando foi surpreendida por um elefante, que acabou por destruir completamente o veículo”, refere a publicação divulgada pela Moçambique Bio.
Ocupantes socorridos por populares
Apesar da violência do impacto, os ocupantes sobreviveram ao ataque. Segundo relatos, foram prontamente auxiliados por automobilistas que circulavam na mesma via no momento do incidente.
“Os feridos foram imediatamente socorridos por terceiros que passavam pelo local e encaminhados para a unidade sanitária mais próxima”, indica a mesma fonte.
As vítimas foram transportadas para o hospital de Bela Vista, onde receberam assistência médica. Até ao momento, não foram divulgadas informações oficiais detalhadas sobre o estado clínico dos envolvidos.
Conflito homem-fauna bravia volta à tona
O caso volta a levantar preocupações em torno da convivência entre humanos e fauna bravia nas zonas de conservação, especialmente em corredores ecológicos e áreas de circulação partilhada. A Reserva Nacional de Maputo integra um importante ecossistema transfronteiriço, sendo habitat natural de elefantes e outras espécies de grande porte.
Especialistas em conservação alertam que encontros inesperados entre viaturas e animais selvagens podem ocorrer, sobretudo em períodos de maior movimentação turística ou quando os animais se encontram em deslocação.
“É fundamental que os automobilistas respeitem rigorosamente as normas de circulação dentro das áreas protegidas, mantendo distância segura da fauna e evitando qualquer comportamento que possa ser interpretado como ameaça”, defendem técnicos de conservação ouvidos no âmbito de reportagens anteriores sobre incidentes semelhantes.
Investigação e medidas preventivas
Contactadas para esclarecer as circunstâncias exatas do ocorrido, fontes ligadas à gestão da reserva indicaram que estão a ser avaliados os contornos do incidente, incluindo a velocidade da viatura, a distância mantida em relação ao animal e as condições do momento.
O episódio reforça a necessidade de campanhas contínuas de sensibilização para turistas e residentes que atravessam a reserva rumo à Ponta do Ouro, bem como de sinalização reforçada em zonas identificadas como corredores de fauna.
Enquanto decorrem apuramentos adicionais, o incidente permanece como mais um alerta para os riscos inerentes à circulação em áreas de vida selvagem, onde o respeito pelas normas ambientais e a prudência podem ser determinantes para evitar tragédias.
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