O Herói Nacional e membro fundador da FRELIMO, Feliciano Salomão Gundana, falecido a 9 de Dezembro de 2025, vítima de doença, foi sepultado este Sábado (13 de Dezembro) em Maputo, após um Funeral de Estado orientado pelo Presidente da República, Daniel Francisco Chapo. As exéquias decorreram no Paços do Conselho Municipal da Cidade de Maputo e ficaram marcadas por forte emoção e pelo reconhecimento nacional a uma figura incontornável da história do país. O Governo decretou Luto Nacional por sete dias, de 12 a 18 de Dezembro de 2025.
O Luto Nacional determina que a Bandeira Nacional e o Pavilhão Presidencial sejam içados a meia-haste em todo o território nacional, bem como nas Missões Diplomáticas e Consulares da República de Moçambique.
Durante o elogio fúnebre, o Presidente da República sublinhou o impacto da perda, afirmando que o desaparecimento físico de Feliciano Gundana “não abalou apenas a família”, tratando-se de “uma perda profunda para toda a nação moçambicana que o agora finado ajudou a edificar desde a primeira hora”.
Concluídas as cerimónias solenes no Paços do Conselho Municipal, o Chefe de Estado dirigiu-se ao Monumento aos Heróis Moçambicanos, onde recebeu a urna do malogrado, que passou a jazer na cripta reservada às figuras históricas da pátria.
Na ocasião, o Presidente Chapo garantiu que o percurso de Gundana “permanecerá como referência para as gerações presentes e futuras”, sublinhando que a liberdade e a paz exigem “compromisso, entrega, amor à Pátria e visão”. O legado do Herói Nacional continuará, segundo o estadista, “a servir de lanterna que ilumina o caminho que ainda temos por percorrer, na realização do sonho colectivo moçambicano”.
