Um professor de uma escola primária no distrito de Mapai, província de Gaza, acabou atrás das grades depois de uma tentativa fracassada de lucrar com produtos proibidos da fauna bravia. O Serviço Nacional de Investigação Criminal deteve o docente e os seus comparsas na posse de 10 pontas de marfim, 15 ovos de avestruz, além de cauda e trombeta de elefante.
A legislação moçambicana é clara: a captura, posse, transporte ou venda de espécies protegidas constitui crime. A operação do SERNIC levou à neutralização do grupo, que alegadamente pretendia comercializar o material em redes de tráfico que operam dentro e fora do país.
As autoridades reforçam que o abate ilegal continua a ameaçar populações de elefantes e avestruzes no sul de Moçambique, e que a vigilância será reforçada, sobretudo em zonas próximas de fronteiras, onde circulam compradores clandestinos.
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