A iminente implementação do uso de pulseiras electrónicas para monitorização de réus e condenados em Moçambique tem gerado cepticismo e levantado debates sobre a justiça social e a reabilitação de reclusos no país.
O orador revelou que já ouviu pessoas a manifestarem-se cépticas, temendo que “as pulseiras serão destinadas já à elite”.
Há uma expectativa urgente de esclarecimento por parte das autoridades: “eu espero também ouvir as autoridades a esclarecer e que o mês de Dezembro chegue rapidamente para ver como é que isto vai se materializar”.
A mão-de-obra reclusa poderia ser direccionada para resolver problemas infra-estruturais urgentes no país. Exemplos práticos incluem a limpeza de áreas de drenagem, muitas vezes “cheias de arbusto cheias de lixo”.
Além disso, as cadeias possuem “homens e ferramentas para poder consertar aquelas carteiras” que ficam estragadas nas escolas.
Foi feito um apelo directo para que “a experiência também do presidente Jairo Bolsonaro seja rebuscada para evitar-se que situações similares possam ocorrer no território nacional”.
Francisco Mucanheia defende aumento da produção local como resposta à subida do custo de vida…
Artigo de Opinião Por: Gustavo Machoco A Mobilidade como Infraestrutura de Cidadania A recente determinação…
Há lideranças públicas que administram. Outras inspiram. E há aquelas que conseguem fazer as duas…
Firmino Mucavel, apontado como um dos principais rostos da mobilização política ligada a Venâncio Mondlane…
A reforma tributária já deixou de ser um tema restrito aos especialistas para se tornar…
A Assembleia da República foi palco, nesta terça-feira, de um debate intenso e controverso em…
This website uses cookies.