O debate também abordou as soluções de médio e longo prazo para o problema das inundações. O Presidente do Conselho Administrativo da empresa Drenap, responsável pelo saneamento e drenagem, visitou o bairro e apresentou um plano de intervenção em três fases.
A primeira fase, já iniciada, é o levantamento topográfico realizado com drones, graças ao apoio de parceiros japoneses. A etapa seguinte envolve o projecto e construção de uma bacia de drenagem, que se revela como o maior desafio técnico e financeiro.
Segundo o PCA, a conclusão do projecto poderá levar entre um a dois anos, dependendo da cooperação internacional e da disponibilidade de fundos públicos e privados oriundos de Moçambique e do Japão.
A munícipe Virgínia chamou à paciência, recordando que o processo deve ser rigoroso e transparente. “Pedimos ao PCA que não faça promessas, mas que trabalhe para resolver definitivamente o problema”, afirmou.
Por sua vez, o jornalista Agostinho Muchave, mediador do debate, destacou a necessidade de manter o diálogo permanente entre a comunidade e as autoridades para que as soluções reflitam a realidade local. “É a nossa moçambicanidade: saber ‘ritu e quarter’. Seguiremos a acompanhar este processo e a lutar por soluções concretas”, concluiu.
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