“Quando saímos, os serviços se vão; quando voltamos, eles não voltam. É um ciclo de perda que dificulta o desenvolvimento da comunidade”, afirmou. Ela alerta para o impacto negativo dessa instabilidade, que impede a fixação de clientes para o comércio local e bloqueia o progresso económico.
A voz da comunidade expressou-se também na língua Changana, denunciando o sofrimento e pedindo reconhecimento pelo trabalho das autoridades, como a “bomba do Alberto”, que tem ajudado a mitigar a situação.
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