A Primeira-Dama da República, Guita Chapo, deslocou-se ao Terminal de Transportes Interprovincial da Junta, na cidade de Maputo, para prestar solidariedade às vítimas dos recentes actos de xenofobia que encontraram abrigo naquele espaço. A visita foi marcada pela entrega de bens de primeira necessidade e por uma mensagem firme de unidade nacional, fraternidade e responsabilidade colectiva perante a crise humanitária.
Num momento em que centenas de cidadãos afectados pela violência procuram reconstruir as suas vidas, a presença da Primeira-Dama simbolizou o compromisso do Estado moçambicano em garantir assistência humanitária e apoio às famílias mais vulneráveis.
Durante a visita, Guita Chapo distribuiu alimentos e outros produtos essenciais destinados a aliviar as dificuldades enfrentadas pelas vítimas, muitas das quais chegaram ao terminal sem quaisquer meios de subsistência. A iniciativa procurou responder às necessidades mais urgentes, assegurando condições mínimas de dignidade enquanto decorrem outras acções de assistência.
“Viemos transmitir uma mensagem de esperança, solidariedade e união. Nenhum cidadão deve sentir-se abandonado num momento de sofrimento. Precisamos de continuar mobilizados para apoiar estas famílias e garantir que recuperem a sua dignidade.”, afirmou a Primeira-Dama.
A esposa do Chefe do Estado destacou que a resposta humanitária deve colocar no centro da intervenção os grupos mais vulneráveis, nomeadamente crianças, mulheres, idosos e pessoas com deficiência, defendendo uma assistência baseada no respeito pela dignidade humana e na inclusão social.
“As crianças, as mulheres, os idosos e as pessoas com deficiência necessitam de uma atenção especial. A assistência deve ser prestada com sensibilidade, respeito e humanidade.”, sublinhou.
A visita serviu igualmente para sensibilizar instituições públicas, organizações da sociedade civil, parceiros de cooperação e cidadãos a reforçarem os esforços de apoio às vítimas, considerando que a recuperação das famílias depende de uma resposta coordenada entre o Estado e toda a sociedade.
A Primeira-Dama reafirmou que o seu Gabinete continuará a acompanhar a situação no terreno, mobilizando recursos e iniciativas que contribuam para minimizar o sofrimento das vítimas e acelerar a sua reintegração social.
“O Gabinete da Primeira-Dama continuará presente, acompanhando de perto a situação e mobilizando apoios para que nenhuma família fique sem assistência.”, garantiu.
Analistas sociais consideram que iniciativas desta natureza reforçam a confiança das populações nas instituições públicas e enviam uma mensagem de rejeição à xenofobia, promovendo os valores da paz, convivência harmoniosa e respeito pelos direitos humanos.
A deslocação de Guita Chapo ao Terminal da Junta enquadra-se nas acções de solidariedade desenvolvidas pelo Gabinete da Primeira-Dama em resposta às consequências dos recentes episódios de violência, procurando assegurar assistência imediata às famílias afectadas e fortalecer os princípios de união, fraternidade e coesão nacional.
