Por: Redação Central
A Câmara de Comércio Árabe-Moçambicana (CCAM), presidida por Sérgio Mato, formalizou, recentemente , um Memorando de Entendimento (MoU) com o Balcão de Atendimento Único (BAÚ), numa iniciativa que pretende reforçar a cooperação institucional e criar mecanismos de facilitação da actividade empresarial em Moçambique.

O entendimento estabelece uma plataforma de cooperação orientada para a melhoria do acesso aos serviços, transformação digital, circulação de informação empresarial e criação de condições mais favoráveis para empresas e investidores.
Durante a cerimónia, o presidente da CCAM, Sérgio Mato, sublinhou que a assinatura do documento não deve ser encarada como o ponto de chegada da parceria, mas como o início de uma fase que deverá ser marcada pela implementação de medidas concretas.
“Para nós, este MoU não representa simplesmente a assinatura de um documento. O verdadeiro trabalho começa agora: implementar, integrar e gerar resultados concretos”, afirmou Sérgio Mato.
A declaração coloca no centro da parceria a questão da execução prática dos compromissos assumidos. Mais do que a formalização institucional, o desafio passa agora por demonstrar de que forma o acordo poderá traduzir-se em serviços mais acessíveis, processos mais céleres e novas oportunidades para o sector empresarial.
A CCAM pretende igualmente, reforçar o seu papel como ponte entre empresas, instituições públicas e investidores, particularmente na aproximação entre Moçambique, os países árabes e outros mercados internacionais.
Segundo Sérgio Mato, a cooperação com o BAÚ deverá contribuir para transformar a articulação institucional em soluções capazes de facilitar a actividade empresarial e melhorar as condições de acesso ao mercado moçambicano.
O acordo surge num contexto em que a melhoria do ambiente de negócios continua a exigir maior eficiência institucional, acesso simplificado à informação e redução de obstáculos administrativos enfrentados pelos operadores económicos.
Contudo, a eficácia do MoU dependerá da sua implementação e dos mecanismos que forem adoptados para acompanhar os compromissos assumidos pelas instituições.
A assinatura, por si só, não garante mudanças concretas para empresas e investidores.Sérgio Mato agradeceu ao BAÚ e às respectivas equipas pela abertura demonstrada durante o processo de negociação, bem como à direcção e aos membros da CCAM pelo contributo para a nova etapa da instituição.
“Temos mais um passo importante na construção de uma Câmara de Comércio Árabe-Moçambicana cada vez mais próxima das empresas, dos investidores e das instituições que contribuem para melhorar o ambiente de negócios em Moçambique”, afirmou.
A CCAM reafirma, assim, a intenção de continuar a construir pontes entre instituições e empresas, entre oportunidades e investimento, e entre Moçambique e o mundo árabe.
O próximo capítulo, porém, será medido menos pela assinatura do documento e mais pela capacidade das partes de transformar os compromissos assumidos em serviços, investimentos, negócios e resultados verificáveis.

