
Há décadas temos estudado o fogo na Amazônia e sua relação com o clima. Durante boa parte desse tempo, El Niño era um nome que circulava principalmente entre cientistas e meteorologistas. Hoje é diferente. Talvez nunca tenhamos falado tanto e tão cedo
Há décadas temos estudado o fogo na Amazônia e sua relação com o clima. Durante boa parte desse tempo, El Niño era um nome que circulava principalmente entre cientistas e meteorologistas. Hoje é diferente. Talvez nunca tenhamos falado tanto e tão cedo sobre o fenômeno. E isso é uma boa notícia.
As imagens de rios em níveis extremamente baixos, comunidades isoladas, fumaça cobrindo cidades e milhões de hectares de florestas queimadas em 2023 e, principalmente, em 2024 ainda estão muito presentes na nossa memória. Talvez por isso estejamos prestando mais atenção ao El Niño que começou em 2026 antes que seus impactos mais graves apareçam.






