A contestação surge numa altura em que o Governo moçambicano, em coordenação com a Federação Moçambicana das Associações dos Transportes Rodoviários (FEMATRO), anunciou um mecanismo de apoio financeiro destinado aos operadores de transporte semi-colectivo de passageiros.
Segundo fontes ligadas ao sector, o acordo entre o Governo e a FEMATRO prevê a atribuição de um subsídio no valor de 35 mil meticais por transportador, medida que visa minimizar o impacto da subida dos combustíveis e evitar o agravamento da crise no transporte público urbano.
Entretanto, alguns transportadores consideram que o valor do subsídio é insuficiente para responder às despesas reais enfrentadas pelo sector, defendendo a necessidade de uma revisão urgente das políticas de compensação.
“O subsídio ajuda, mas não resolve o problema. Precisamos de medidas mais concretas para manter os carros a circular e garantir transporte à população”, afirmou outro operador ouvido no local.
O que uma vida extraordinária nos ensina sobre encantamento, aventura e o prazer de continuar…
Projeto de autoria da parlamentar foi aprovado em segunda discussão na Alerj e prevê ações…
A cobertura de abastecimento de água na cidade de Nacala poderá aumentar dos actuais 35–38%…
Existe uma transformação silenciosa acontecendo nas ruas brasileiras. Ela passa entre os carros, ocupa os…
Já está disponível a edição 291 do Jornal Visão Moçambique, que chega às bancas nesta…
Por: Dávio David A capital do turismo nacional, cidade de Vilankulo, na província de Inhambane,…
This website uses cookies.