O presidente do Conselho Municipal de Marracuene, Shafee Sidat, negou categoricamente as acusações de que estaria a planear o assassinato de Carlos Jeque, antigo presidente do Conselho de Administração das Linhas Aéreas de Moçambique (LAM).
Sidat reagiu às acusações durante declarações prestadas a uma estação televisiva na cidade de Maputo, após Carlos Jeque alegar que o edil de Marracuene, em conluio com membros da ANAMOLA, estaria a planear atentados contra a sua vida.
Segundo Shafee Sidat, as acusações não fazem sentido e são infundadas. O autarca afirmou que tem muitos problemas importantes para resolver na sua vida e que não seria por causa de um muro de vedação de um quintal que pensaria em matar alguém.
“A vida pertence a Deus Allah. Foi Ele quem nos trouxe ao mundo e será o mesmo Deus quem nos levará. Não será o homem”, declarou.
Sidat acrescentou ainda que a narrativa de Carlos Jeque sobre supostas tentativas de assassinato não é recente. De acordo com o edil, Jeque já vinha fazendo esse tipo de alegações desde 2017, muito antes de Shafee Sidat ser nomeado administrador de Marracuene e eleito presidente do conselho municipal.
“Desde 2017, o Jeque já contava essa história. Por isso, não será agora que isso lhe vai tirar a vida. Eu, Shafee Sidat, desejo que Carlos Jeque viva mais 100 anos”, afirmou.
A reação do presidente do Conselho Municipal de Marracuene surge depois de Carlos Jeque ter declarado publicamente que Shafee Sidat estaria a planear atentados contra a sua vida por vários motivos.
