Presidente do CNJ visita Centro e Postos de Recenseamento Militar da Província de Maputo

Presidente do CNJ visita Centro e Postos de Recenseamento Militar da Província de Maputo

Emília Chambal, efectuou na manhã desta quarta-feira uma visita ao centro e postos de Recenseamento Militar, nomeadamente o Centro Provincial de Recrutamento e Mobilização de Maputo, Machava Sede e o Posto de Infulene, para acompanhar de perto o processo.
Na ocasião a Presidente do Conselho Nacional da Juventude ( CNJ) disse que há uma necessidade dos jovens recensear pois todas as instituições exigem que o jovem prove que fez o recenseamento.
Chambal sensibiliza os seus aderirem ao recenseamento militar frisando que a juventude não deve temer recensear devido a especulação “de que quem recenseia será recrutado para Cabo Delgado, o que não constitui verdade” esclareceu Emília.
Egídio António um dos jovens entrevistado pela nossa equipa de reportagem, contou que o recenseamento é crucial pois para ingressar em qualquer instituição é pertinente ter consigo a prova de que passou pelo processo.
O mesmo disse que teve conhecimento da necessidade de se recensear devido ao Edital da UEM, instituição na qual o jovem pretende concorrer a uma vaga para o ano lectivo 2021.
Egídio, disse ainda que não tem como ser recrutado pois quando tratou a declaração do bairro foi questionado sobre o uso do documento e ele referiu que seria para fins de recenseamento militar. Apesar da segurança que lhe foi transmitida, Egídio reza para que não seja recrutado.

A Província de Maputo, espera recensear 21,214 da meta prevista e até então recenseou mais de 50% (11.576).
Izildo Cossa, Presidente do Conselho Provincial da Juventude (CPJ ) da Província de Maputo, faz uma avaliação positiva mesmo com os desafios que tem tido pois está a se fazer trabalhoso sensibilizar os jovens, explicando a essência do recenseamento. A sensibilização devido ao momento em que o país atravessa tem sido na maior parte pelas redes sociais(whatsapp, facebook), mantendo uma conversa com a população nos seus distritos e assim a mensagem vai se alastrando.

“É um dever de todo o cidadão que completa 18 anos de idade até aos 35 anos de idade. b”Recensear é um dever patriótico. Recensear não significa ser recrutado”, frisou Izildo Cossa.

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