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Covid-19: IMD considera que as novas medidas têm o potencial de reavivar a economia e consolidar o novo normal

O presidente da República Filipe Nyusi anunciou no seu último pronunciamento à nação o relaxamento das restrições impostas pela covid-19, como forma segundo Ele de recuperar a economia nacional. Mesmo com esta abertura por cerca de 50 dias, o Estadista moçambicano, reforçou o redobro de atenção de todas forças vivas da sociedade para não se esquecerem que a Covid-19 não acabou e sim, “porque o nosso país precisa olhar por aqueles que respeitam as normas e não aos indisciplinados e valorizá-los”.

Após o anúncio das novas medidas que incluem um recolher obrigatório a partir de zero hora até às 4 da manhã, bem como a abertura do comércio até 20 horas, tem um forte potencial de trazer de volta a esperança do relançamento da economia e consolidam o novo normal, segundo o  Instituto para Democracia Multipartidária (IMD.

“Era expectável que houvessem novos relaxamentos de medidas tendo em conta a tendência regressiva em termos dos principais indicadores epidemiológicos”, refere a organização através de um comunicado, acrescentado que “não obstante alguns casos isolados de postura negligente de alguns cidadãos, de modo geral é notória a elevação da consciência dos moçambicanos em relação à necessidade de cumprimento das medidas preventivas da Covid-19, coadjuvados pelos resultados satisfatórios da vacinação e pelo incremento de acções de fiscalização e o aumento da consciência da necessidade de prevenção por parte do cidadão.”, lê-se no comunicado do IMD.

O IMD entende que se as medidas ligadas à prevenção da Covid-19 são dinâmicas e vão se ajustando ao comportamento dos indicadores epidemiológicos, faz sentido que passando para o nível 1 de alerta, as medidas tenham sido ajustadas em conformidade com o contexto.

Aquela organização não governamental moçambicana, refere que as medidas anunciadas, para além de consolidar os ganhos anteriores, tem um lado inovador por permitir, por um lado a reabertura de algumas fronteiras e outros sectores importantes no campo económico, social e desportivo. Por outro lado, a agremiação vê como inovador o alargamento do período de vigência das referidas medidas, tendo em conta que geralmente este tipo de medidas duram 30 dias. “Claramente este é um passo grande rumo à consolidação do novo normal”.

O IMD afirma que as actuais medidas têm um forte potencial de reanimar a economia garantindo o equilíbrio entre a preservação da saúde pública e o estímulo ao funcionamento normal da economia.

Apesar de considerar justificável a adopção das novas medidas, a organização defende a combinação de esforços colectivos e individuais para o sucesso da estratégia de controlo da pandemia no país.

Lê-se no comunicado que “o abrandamento das medidas não deve significar o desleixo no cumprimento das medidas e muito menos o relaxamento da campanha de fiscalização”. No mesmo sentido, a organização recomenda também a população a aderirem em massa à vacinação como forma de garantir a imunização e transição para o novo normal de forma segura pois, “a Covid-19 ainda é uma realidade”.

No entanto o IMD aponta alguns desafios que devem ser tidos em consideração para o contínuo aprimoramento do combate ao Covid-19. “O nosso país já em experiência de lidar com esta pandemia por isso nesta altura em que se encontra no nível 1 de alerta, é momento oportuno para se estudar as eventuais lacunas que possam existir, em termos de recursos humanos, materiais e infra-estruturas, com destaque aos sectores da educação, saúde e transporte”.

Outro desafio apontado pelo IMD relaciona-se com a necessidade de manutenção e reforço da fiscalização e da publicitação atempada do instrumento legal que prevê a aprovação das medidas para contenção da propagação da pandemia da Covid-19, como forma de permitir melhor apropriação.

 

Leia a edição 147 do Jornal Visão desta sexta-feira 29 de Outubro de 2021

Edição 147 de 29 de Outubro

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