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OSSUFO MOMADE solidariza-se com família de Mariano Nhongo

O líder do maior partido da oposição, RENAMO, Ossufo Momade, manifestou seu sentimento de pesar pelo desaparecimento físico do líder da Auto-proclamada Junta Militar, morte em combate nas matas da Serra de Gorongosa no dia 11 de Outubro.

Momade, falava a imprensa na sua chegada  no aeródromo da cidade de Chimoio, semana finda, por ocasião de uma visita de trabalho que efectua à província e Manica, onde aproveitou endereçar em seu nome e em  nome do partido que dirige, as condolências à família do líder da Junta Militar, Mariano Nhongo, morto em combate com as Forças de Defesa e Segurança de Moçambique.

O líder da perdiz, lamentou a morte inesperada de Nhongo, que várias vezes  foi chamado a voltar à razão e aderir ao processo de Desmobilização Desarmamento e Reintegração (DDR). “Não esperava que a situação  terminasse como terminou, nós  já aparecemos por várias vezes a chamar atenção para que ele voltasse à razão, mas aconteceu o que aconteceu, nós  o que podemos fazer neste momento é  endereçar  à família enlutada as nossas sentidas condolências”.

Questionado se a morte do Mariano Nhongo podia representar o fim da Junta Militar, o Presidente da RENAMO,   afirmou que não sendo dirigente da junta militar, não estaria em condições de fazer qualquer leitura com relação ao fim ou não daquele movimento “rebelde”. “Não sou presidente da Junta Militar muito menos secretário-geral deles, pelo que não estou em condições de prever qualquer futuro”, concluiu.

Ossufo Momade, para além de trabalhar com as bases do partido nos distritos de Sussundenga, Gondola, Mussurize e Machaze, escalou aquela parcela do país, para  orientar as cerimónias centrais da celebração de 17 de Outubro no distrito de Manica,  dia do aniversário do desaparecimento físico do primeiro comandante da Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO), André Matade Matsangaissa, morto em combate em 1979 na então Vila Paiva de Andrade, (Gorongosa).

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