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Para o decurso normal do DDR: Ossufo Momade faz campanha para entrega de armas

Entretanto, a maior preocupação é da Junta Militar liderada por Mariano Nhongo.

O líder da RENAMO maior partido da oposição em Moçambique, faz campanha para a entrega voluntária das armas dos seus militares visando garantir o decurso normal do processo de Desarmamento, Desmobilização e Reintegração (DDR) em curso no país.

Para o decurso normal do DDR: Ossufo Momade faz campanha para entrega de armasMas nesta campanha o maior foco vai para a junta militar liderada por Mariano Nhongo tido como renitente neste processo, uma vez que a RENAMO diz não haver motivos para a existência da Junta Militar que continua a limitar A circulação normal de pessoas e bens no centro do país.

A cidade de Quelimane foi esta quinta-feira (18) o ponto de chegada do líder da RENAMO Ossufo Momade que explicou em declaração a imprensa, que está muito feliz e sem razões de queixas sobre o processo de Desarmamento, Desmobilização e Reintegração (DDR) dos seus homens que estão há anos nas matas.

Vincou Momade que o membro da RENAMO que não quer entregar a sua arma está a perder boas oportunidades, porque segundo ele, a ideia é mesmo ver todos seus homens abrangidas neste processo, para de uma vez por todas evitar guerra. “Porque não há razões de alguém pegar em armas ameaçar ou matar população, não queremos ouvir isso, queremos que o Mariano Nhongo volte o mais cedo possível para ir estar com sua família” – apelou.

Para o decurso normal do DDR: Ossufo Momade faz campanha para entrega de armasO líder da Renamo disse que para a concretização do processo de Desarmamento, Desmobilização e Reintegração vai passar nas suas unidades militares para encorajar os mesmos a aderirem e na província da Zambézia o destaque vai para Morrumbala e Murothone onde estão as bases militares da Perdiz.

Depois de um arranque simbólico em 2019, o DDR esteve paralisado durante vários meses, tendo sido retomado em 04 de Junho de 2020.

De um total de cinco mil membros do braço armado do maior partido da oposição que estão sendo desmilitarizados, a província da Zambézia conta com 1.400 dos quais 800 estão em Morrumbala e 600 em Murothone.

Apesar de progressos registados no processo, a autoproclamada Junta Militar da Renamo continua uma preocupação que segundo Momade o partido continua a se distanciar daquilo que acontece na zona centro.

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