Dívidas Ocultas: Ângela Leão entra em cena amanhã na B.O

Depois de proporcionar momentos de humor, glamour e muita descontracção, a esposa do ex-director do SISE, Ângela Buque Leão, vai esta quinta-feira à B.O para responder às perguntas do Advogado da causa Efigénio Baptista, do Ministério Público(MP) encabeçado pela Magistrada Ana Sheila Marrengula, pela OAM que representa o assistente do Ministério Público e pela defesa entre eles o advogado da ré.

Ângela Leão tentou mostrar sua reverência ao passear sua classe na B.O nesta terça-feira calçando Salto Alto, a famosa laranjinha e para apimentar trazia um sobretudo de cor branca, o que mereceu aplausos e conseguiu arrancar o sorriso dos internautas que até dizem: “Está claro, que aquela roupa é bem Nice, Quando bem aproveitada”.

É que não é para menos, vendo as fotos bem tiradas Ângela Leão estava mais para uma modelo do que uma prisioneira e que está prestes a sentar diante de um juiz para interrogatório num crime escandaloso que até agora conhece os subornados e os distribuídos por dinheiro do Erário.

Angela dinis Buque leao
Angela dinis Buque leao

A esposa do ex-directo da secreta moçambicana é acusada neste processo 18/2019-C, de ser autora moral e material dos crimes de: associação para delinquir, 2 crimes de falsificação de outros documentos e branqueamento de capitais.

ÂNGELA Buque Leão, esposa de Gregório Leão, ex-director-geral do Serviço de Informação e Segurança do Estado (SISE), foi detida na manhã do dia 7 de Março de 2019 por ordens do Ministério Público, indiciada de ser uma das pessoas que beneficiou de valores provenientes das dívidas ocultas.

A ré recolheu após o esposo ter sido detido, indiciado nos mesmos factos processuais. Na altura da sua prisão, o MP indicou que Ângela Leão, terá recebido dinheiro do esquema das dívidas ocultas através de transferências e pagamentos feitos a partir da conta da empresa do co-réu Fabião Salvador Mabunda, este já ouvido nesta terça-feira, na sequência do mesmo processo.

Fabião Mabunda é um empresário da área de construção civil descrito pela PGR como tendo cedido a conta bancária da sua empresa para o casal Ângela e Gregório Leão receberem dinheiro proveniente das dívidas ocultas.

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