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INOPERÂNCIA DO BILHETE FAMBA: AMT admite falhas no sistema e erros dos Tripulantes bem como de alguns Gestores das Cooperativas

INOPERÂNCIA DO BILHETE FAMBA:

Agência Metropolitana de Transportes de Maputo(AMT) admite falhas no sistema mas fala de erros dos Tripulantes e de alguns Gestores das Cooperativas que agem de má-fé  para sabotar a Bilhética Electrónica

O gestor do projecto Bilhete Electrónica designado (FAMBA) da Agência Metropolitana de Transportes de Maputo AMT,  José Nhavotso,  admitiu falhas no sistema mas revelou serem provocados pelos Tripulantes(Cobradores e Motoristas) e por alguns gestores. Nhavotso justificou a inoperância do sistema de bilhética electrónica, avançando que as falhas são originadas por sabotagem pelos tripulantes e alguns gestores das cooperativas das cidades de Maputo e Matola.

Segundo José  Nhavotso, os tripulantes cortam fios, desmontam o corrimão, para não permitir com que os outros passageiros paguem via cartão FAMBA. Aquele dirigente revelou também que no momento a  agência está a trabalhar com o Governo através do Ministério dos Transportes e Comunicações, Federação Moçambicana das Associações dos Transportadores Rodoviários (FEMATRO) e com as Cooperativas, para criar benefícios aos tripulantes(Motoristas e Cobradores), bem como providenciar os contractos Agência-Gestores.

“Nós como agencia estamos a ver que os cobradores e os motoristas não estão a ver seu benefício com a introdução da bilhética electrónica porque estão habituados a pegar o dinheiro ao vivo, por isso estes tripulantes vão continuar a inviabilizar o sistema” disse Nhavotso.

Questionado sobre a duplicação na cobrança de tarifas, a fonte respondeu: “Já tivemos várias reclamações de sumiço de valores nos cartões, entretanto, nós procuramos explicar aos passageiros que é por não terem feito a marcação na saída no local onde desceram. Mas também já tivemos casos de erros operacionais, onde os nossos operadores fazem desvio ou encurtamento de rota e, neste caso, a consequência directa disso recai para o passageiro”.

Relativamente ao famoso “não há sistema”, José Nhavotso recomenda os passageiros a levarem consigo o dinheiro, de modo a não serem retirados dos autocarros pelas falhas no sistema de pagamento electrónico. Porém, revela haver situações em que os próprios operadores desligam as máquinas.

“Em relação às desistências, na nossa interpretação podem ser por falta de confiança no sistema por ser novo ou, porque podem ter passado por uma situação de ter um erro operacional e os passageiros já não acreditam muito que estes erros sejam temporários. Outros passageiros desistem de usar o cartão porque acham que não é conveniente ir à cabine para recarregar, pois, em toda a área metropolitana, existem apenas 49 cabines de recarregamento e outros passageiros não sabem que podem fazer via MPesa”, acrescentou Nhavotso. 

Refira-se que a Maxcom venceu a concorrência do consórcio moçambicano Sir Comércio Internacional e BCI da CC Investimento, SA, do Consórcio ITC-Works, e da SA Transit Connect.

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