google.com, pub-7868974546359612, DIRECT, f08c47fec0942fa0 google.com, pub-7868974546359612, DIRECT, f08c47fec0942fa0

PARA NÃO FICAR NA SOLIDÃO no fim do mandato na FEMATRO: Castigo Nhamane e seus comparsas surripiam presídio da COOPTRAB

O actual Presidente da Federação Moçambicana das Associações dos Transportadores Rodoviários(FEMATRO), Castigo Nhamane junto do seu financeiro Jemisse Miambo, são acusados de abocanhar a presidência da Cooperativa dos Transportadores do Corredor 2 (COOPTRAB). Ao que tudo indica Castigo Nhamane é o principal beneficiário com este escândalo criado na Cooperativa, pois este, segundo nossas fontes, está prestes a terminar o mandato na FEMATRO e por não ter apoiado Agostinho Vuma à corrida para presidência da CTA, não poderá renovar o mandato naquele órgão.

O Visão sabe ainda que nesta disputa do presídio da Cooperativa dos transportadores de Boane, está também um outro interessado de nome Jemisse Ricardo Miambo, que teve seu mandato terminado no mês de Outubro na Associação dos Transportadores Boane(ASSOTRABO), por isso quer abocanhar o assento daqueles cooperativistas.

Nhamane, durante as eleições que reconduziram Agostinho Vuma ao presídio da CTA esteve do lado do actual Presidente da Câmara do Comércio, abandonando desta forma o lado que poderia garantir sua permanência na FEMATRO, daí querer abocanhar o assento presidencial da Cooperativa dos Transportadores do Corredor 2, que actualmente está na condução de Juma Aly.

Os membros da Cooperativa dos Transportadores do Corredor 2 de Boane  estão a encetar uma cúpula que visa destituir Juma Aly do cargo de Presidente. Ao que tudo indica segundo nossas fontes, Jemisse Miambo é líder dos associados ao nível nacional e este teria organizado um boicote durante as eleições da CTA que fizeram Castigo Nhamane perder, o que fez com que “Jemisse e Nhamane fizessem um pacto para destituir Juma Aly”. 

Além desse detalhe Jemisse, neste momento está a dirigir os associados nacionais como presidente mas que não foi eleito, estando no cargo por auto-intitular-se como tal.

Os membros da Cooperativa do Corredor 2 de Boane na sua maioria são amigos de infância de Jemisse e de Castigo Nhamane, facto que os faz reféns destes dois para lhes apoiarem sem contemplações ao açambarcamento do presídio do corredor 2, das mãos de Juma Aly.

Jemisse Ricardo Miambo exerce actualmente na FEMATRO o cargo de Tesoureiro, na ASSOTRABO e na Cooperativa dos Transportadores do Corredor 2 de Boane.

Ao que tudo indica o golpe que está a ser preparado visa retirar Juma Aly da Presidência da Cooperativa dos Transportadores do Corredor 2 e em seguida entrar Jemisse Miambo para que no momento certo este faça uma adenda e conversações com os associados nacionais para que Castigo Nhamane seja reconduzido ao cargo de Presidente da FEMATRO, perfazendo o terceiro mandato naquele órgão.

Jemisse, pelo que o Jornal Visão sabe, está a fazer jogo duplo, querendo desta forma ocupar o lugar de Juma Aly, mas ao mesmo tempo aproveitando o apoio de Castigo Nhamane para atingir seus objectivos sem se importar se o amigo e comparsa ganha o pretendido ou não. Juma Aly, foi destituído com uma acta que é considerada falsa por ter sido impugnada pelo destituído tendo este ganho o caso no tribunal e recomendando aos açambarcadores a devolverem o lugar de presidência da COOPTRAB a vítima. 

Soube o jornal, que Juma Aly foi exigido que retirasse o processo no tribunal para que retome ao seu assento presidencial da Cooperativa ao que se recusa a fazer de tal maneira.

O processo principal que Juma Aly submeteu ao tribunal, indica estar a proteger ao denunciante bem como aos membros mais fracos da agremiação. O que resta aos açambarcadores é realizarem assembleias onde Juma Aly não participe e se estas forem em três vezes consecutivas, terão a prerrogativa de convocar eleições fora de época para eleger o novo presidente da COOPTRAB, conseguindo desta maneira realizar seus intentos desde o início desta confusão, que são, ocupar o presídio favorecendo Castigo Nhamane.

A referida Assembleia deveria ser realizada a 25 de Novembro de 2021, o que não aconteceu. Ao que tudo indica, esta confusão acabou adiando o tempo de estadia de Juma Aly no presídio que terminava em Março de 2022 e agora devendo estender-se por mais quatro meses, tempo este em que foi escorraçado de lá sob pretextos até aqui mal esclarecidos pelos visados no processo que correu no tribunal e que anuiu a permanência de Aly naquele posto.

A destituição de Juma Aly, foi feita por meio de uma acta falsa onde aparece sua assinatura, que após tomar conhecimento o visado foi impugnar diante do tribunal, tendo ganho a causa e submetido mais um processo principal. Apesar de a sentença ter sido a favor de Juma Aly, os associados, mais para o lado dos que querem roubar o lugar, não aceitam devolvê-lo, exigindo que este retire o processo em tribunal.

Juma Aly, não preside sozinho e está com ele o Vice-presidente que também entra neste caso como o principal traidor na criação das actas falsas e assinadas que ditariam a retirada forçada do actual líder da COOPTRAB.

Comentários do Facebook

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *