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Dívidas Ocultas: “Queremos uma pessoa normal aqui no tribunal” – Juiz Efigénio Baptista

O Juiz Efigénio Baptista, que conduz o julgamento do Caso “Dívidas Ocultas”, quase se exaltava na tarde desta Segunda-feira durante a sessão de interrogatório ao réu Armando Ndambi Guebuza, pois o interrogado teria respondido numa das perguntas que “não tem memória de Elefante. Pois, há uma máxima de que o Elefante pode lembrar-se de eventos que duram mais de 20 anos. Por exemplo, se você provocar um Elefante, mesmo que passe muito tempo aquele animal não esquece”, ao que o Juiz respondeu que, “O que nós queremos é um homem normal… é que alguém que está na sua situação ou após ter passado pelo que o senhor passou devia lembrar-se de muita coisa. Mesmo os senhores Nhangumele e Mutota que são muito mais velhos em relação ao senhor lembram-se até de factos de 2008 e sendo o senhor mais jovem e o tempo dos factos devia se lembrar muito bem.

O Juiz, continuou o interrogatório questionando sobre os emails que confirmavam a entrada de mais de 14 milhões de dólares norte americanos a favor de Aramando Ndambi Guebuza, que constam folhas 657 a 664 dos autos, o réu disse que não recebeu 14 milhões de dólares da PRIVINVEST e que não assinou nenhum documento que confirmasse a recepção do dinheiro.

A negação foi prevalecente nas questões seguintes, mesmo no momento da intervenção do Ministério Público(MP), onde a Magistrada que representa, chegou a sentir faltas de respeito por parte do réu Armando Ndambi Guebuza, solicitando para que este não a tratasse de forma directa e sim seguisse o respeito e consignação permitida por lei e em uso no tribunal.

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